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Regional

Açores lança projeto inovador que promove a participação e a inclusão juvenil

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O Governo dos Açores apoia, através da Direção Regional da Juventude, o projeto ‘100 Diferenças’, uma iniciativa que resulta da parceria com o CIPA/Novo Dia – Associação para a Inclusão Social.

“Apresentámos hoje este novo e inovador projeto”, afirmou, em Ponta Delgada, o Diretor Regional da Juventude, salientando que os jovens “são o principal veículo da mensagem na luta contra as discriminações” e “devem ser os principais ‘players’ de todo esse processo, dando exemplo à sociedade”.

O projeto agora apresentado consiste em diversos ateliers, definidos pelos jovens e sob a orientação dos técnicos da instituição.

A escolha do tipo de dinâmicas é feita pelos jovens com base nos seus próprios interesses, como, por exemplo, as artes plásticas, o teatro ou a atividade física, em outras áreas.

“Achámos que estava na altura de fazermos algumas alterações, de dar alguma frescura ao projeto e criámos o ‘100 Diferenças’, muito mais assente numa lógica dos jovens para os jovens”, salientou Lúcio Rodrigues.

O Diretor Regional frisou que o facto dos jovens serem os maiores veículos de transmissão de mensagem contra as discriminações “assenta perfeitamente naquilo que o Governo Regional definiu para a legislatura”, que é uma “maior participação cívica juvenil”.

Lúcio Rodrigues realçou o “enorme orgulho” para o Governo em “ter os jovens a chegarem-se à frente com essa participação cívica e a demonstrarem que são efetivamente capazes de fazer mais e melhor”.

O Diretor Regional da Juventude assegurou “nunca ter tido dúvidas do sucesso da iniciativa porque, efetivamente, eles querem participar”.

“Agora cabe-nos a nós ir ao encontro deles e cabe-nos dar-lhes voz, para que a voz deles tenha consequência”, acrescentou.

Lúcio Rodrigues adiantou que este projeto se irá manter em funcionamento “até 2020” e, embora tenha raízes em S. Miguel, não excluiu a possibilidade de alargar a iniciativa ao âmbito regional, tal como “já sucedeu com outros projetos para jovens, na área da inclusão social”.

“Este Governo sempre assumiu o compromisso de não deixar ninguém para trás. Achamos que o ‘100 Diferenças’ pode, de facto, fazer a diferença e contribuir para uma sociedade mais justa, com os jovens a dar o exemplo que é possível fazer mais e melhor”, afirmou o Diretor Regional da Juventude.

Fonte: GaCS/TM

Regional

Cartilha da Sustentabilidade dos Açores com 88 subscrições em todas as ilhas do arquipélago

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A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo adiantou hoje que a Cartilha de Sustentabilidade dos Açores já conta com 88 entidades subscritoras, distribuídas por todas as ilhas do arquipélago, servindo “como motivação para novas subscrições, para as quais continuamos a trabalhar junto dos vários setores”.

Marta Guerreiro, que falava, na Lagoa, na sessão de abertura do II Fórum de Progresso da Cartilha de Sustentabilidade dos Açores, salientou que tal “é fruto de um trabalho no terreno, realizando em todas as ilhas pequenos fóruns, precisamente com o objetivo de potenciar este projeto, mas também de levar a cabo um acompanhamento mais constante e dinâmico dos objetivos de cada subscritor”.

“Queremos estar ao lado daqueles que acreditam que o futuro dos Açores tem, obrigatoriamente, de passar por elevar os seus níveis de sustentabilidade”, frisou a titular da pasta do Turismo, enfatizando que é um trabalho que “temos feito e continuaremos a fazer”, perante “um movimento já iniciado, que nos orgulhamos de liderar”.

A Secretária Regional evidenciou “o empenho que o tecido empresarial tem demonstrado e depositado no que diz respeito à adoção de boas práticas, em linha com a estratégia que temos traçado de forma vincada”.

“Se estivermos desta forma, alinhados e concertados, naquele que deve ser o peso da incorporação de práticas que permitam o desenvolvimento sustentável da Região, muito mais fácil será este caminho de nos evidenciarmos como um Destino Turístico Sustentável”, reforçou.

Segundo a governante, “a Cartilha de Sustentabilidade dá corpo a esta estratégia que nos coloca uma série de desafios diariamente, mas também nos apresenta enormes oportunidades”.

“Iniciámos este processo no final de 2017, ao mesmo tempo que anunciámos a intenção de certificação dos Açores como Destino Turístico Sustentável ao abrigo dos critérios de destinos sustentáveis da Global Sustainable Tourism Council e através da entidade certificadora internacional Earthcheck, trabalho que temos levado a cabo com grande empenho e envolvimento dos vários setores de atividade, para que seja possível, no final deste ano, atingir esta distinção”, afirmou a Secretária Regional.

Marta Guerreiro sublinhou que a Cartilha de Sustentabilidade dos Açores “é um importante instrumento onde diversos intervenientes relevantes dos setores público e privado e da sociedade civil, trabalham juntos, de maneira integrada, reunindo recursos, conhecimento e experiências, tendo como objetivo o aumento dos padrões do desenvolvimento sustentável, sendo ela própria uma iniciativa enquadrável no ODS n.º 17, das Nações Unidas”.

“Pretendemos continuar a incentivar a participação voluntária das várias partes, entre as quais câmaras municipais, diversas organizações e associações e tecido empresarial dos Açores, cujos esforços estão, e irão, continuar a contribuir para a implementação de metas e compromissos de desenvolvimento sustentável”, acrescentou a Secretária Regional.

Fonte: GaCS/HMB

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Regional

Projetos de cooperação territorial dos Açores beneficiam de seis milhões de euros de fundo comunitário

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O Diretor Regional do Planeamento e Fundos Estruturais revelou, em Las Palmas, nas Canárias, a aprovação de 42 projetos envolvendo parceiros açorianos, num total de 67 projetos aprovados, que poderão contar com o orçamento disponível para os Açores de seis milhões de euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Rui Amann, que representou os Açores no âmbito da segunda convocatória do Programa de Cooperação Espanha-Portugal MAC (Madeira–Açores-Canárias) 2014-2020, salientou que “os parceiros submeteram mais de 120 propostas de cooperação, totalizando mais de 32 milhões de euros”, considerando o orçamento disponível de seis milhões de euros.

Para além da análise de “mérito dos projetos, baseada em critérios objetivos e quantificáveis”, o Diretor Regional salientou que “o ajustamento financeiro entre as disponibilidades do programa e as propostas regionais, implicou um trabalho aprofundado e denso de análise das candidaturas e de afinação dos montantes de despesa propostos”.

Diversos departamentos do Governo dos Açores, Câmaras de Comércio, Municípios, Setor Público Empresarial, Universidade dos Açores, Fundação Gaspar Frutuoso, SDEA, IP, Parques Tecnológicos, entre outras entidades representativas de vários setores de atividade económica e social, candidataram projetos de cooperação nos domínios da investigação e desenvolvimento tecnológico, de apoio à capacidade de crescimento das Pequenas e Médias Empresas (PME), de gestão e prevenção de riscos e de adaptação às alterações climáticas.

Entre os projetos candidatados estão também medidas de conservação e proteção do ambiente e de eficiência dos recursos, além de tipologias dirigidas ao reforço da capacidade institucional na administração pública.

Na reunião formal de aprovação dos projetos, para além da representação do Governo dos Açores, através da Direção Regional do Planeamento e Fundos Estruturais, participaram representantes dos governos regionais da Madeira e das Canárias, e dos governos nacionais de Cabo Verde, da Mauritânia e do Senegal, bem como representantes dos governos de Portugal e de Espanha.

Fonte: GaCS/DRPFE

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João Ponte anuncia novo concurso do VITIS este ano no valor de quatro milhões de euros

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O Secretário Regional da Agricultura e Florestas anunciou ontem, na Horta, que vai ser aberto, ainda este ano, um novo concurso no âmbito do Programa de Apoio à Reconversão e Reestruturação da Vinha no valor de quatro milhões, para continuar a aprofundar o desenvolvimento deste setor, que tem contribuído para gerar riqueza, postos de trabalho e para o progresso dos Açores.

“Para responder ao desafio de vários parceiros do setor, será iniciado um processo de auscultação do programa VITIS em relação ao nível dos apoios, critérios de ponderação das candidaturas e das obrigações dos beneficiários, por forma a melhorar o regime de apoios, numa perspetiva de assegurar a sustentabilidade da atividade vitivinícola no futuro”, afirmou João Ponte.

O governante falava na abertura da sessão plenária da Assembleia das Regiões Europeias Vitícolas (AREV), que decorre pela primeira vez nos Açores, reunindo representações de várias regiões europeias produtoras de vinho.

Na sua intervenção, salientou que a realização do evento nos Açores é “uma boa oportunidade” para dar a conhecer as potencialidade e especificidades açorianas, mas também para “partilhar experiências e refletir sobre os desafios comuns no que à vinha e ao vinho diz respeito”.

João Ponte destacou que o VITIS já permitiu reconverter nos Açores cerca de 800 hectares de vinha, através de um investimento de 21 milhões de euros.

“Deste investimento, a sua quase totalidade foi concretizada na ilha do Pico, fazendo com que esta atividade venha a ter, dentro de poucos anos, um peso relevante ao nível da economia local, essencial para gerar riqueza, postos de trabalho e contribuir para o progresso da Região”, referiu.

O Secretário Regional salientou que os números ilustram bem a trajetória de sucesso, já que, em 2018, a produção de vinho apto a ser certificado atingiu 450 mil litros, representando a maior produção de vinho a ser certificado de sempre, e estima-se que, em dois anos, a quantidade de vinho apto a ser certificado ultrapasse um milhão de litros.

Para João Ponte, o potencial económico deste setor não se esgota nas receitas provenientes da venda de vinho, lembrando que, no caso particular da ilha do Pico, o Enoturismo é um fator imprescindível de atração turística.

O Secretário Regional apelou aos participantes neste evento da AREV para uma união de esforços, frisando que o sucesso da vinha e do vinho vai continuar a exigir de quem produz, de quem transforma e de quem define o rumo do setor muita dedicação, inovação e empreendedorismo.

“Individualmente somos pequenos para enfrentar o que temos pela frente, mas, se trabalharmos juntos, ganhamos outro peso e capacidade de influenciar as decisões, por isso a união é fundamental”, afirmou João Ponte.

O governante identificou vários desafios importantes pela frente, desde logo a futura Política Agrícola Comum (PAC) 2021 – 2027, com implicações diretas no setor da vitivinicultura, tendo o Governo dos Açores anunciado que será necessário garantir apoios para novas plantações de vinha, algo muito importante uma vez que se trata de áreas que não são abrangidas para o apoio do VITIS, bem como a defesa das Denominações de Origem e Identificação Geográfica, de forma a garantir a autenticidade dos vinhos açorianos, e a utilização de rotulagem como instrumento de defesa dos vinhos e dos ‘terroir’ são outras preocupações manifestadas.

O programa da AREV será quinta-feira integralmente dedicado à ilha do Pico, começando com uma visita às curraletas na zona da Criação Velha, na Madalena, classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade, seguindo-se uma passagem pelo Museu do Vinho, Adega A Buraca, Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico e Centro Interpretativo da Vinha, onde terá lugar uma degustação de vinhos dos Açores com a presença de produtores de vinho certificado do Pico e entidades locais.

Fonte: GaCS/RM

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