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Regional

Governo Regional baixa valor das rendas de habitação a 174 famílias açorianas, permitindo poupança de 126 mil euros anuais

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A Secretária Regional da Solidariedade Social anunciou hoje, em Ponta Delgada, que 174 famílias que vivem em casas da Região em regime de arrendamento com opção de compra terão as suas rendas mensais reduzidas, num valor que representa um total de 126 mil euros anuais.

Andreia Cardoso, que falava na apresentação dos concursos públicos para arrendamento com opção de compra, salientou que esta medida resulta de um processo de negociação com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) para adaptação de rendas aos regimes regionais.

“Estamos a falar de reduções que, em média, rondam os 21 por cento, mas podem atingir os 53 por cento. O valor médio de redução é de cerca de 52 euros mensais, mas, em alguns casos, poderá atingir 188 euros”, adiantou a Secretária Regional.

“Ao tornar as rendas mais acessíveis, o Governo dos Açores está, assim, a aumentar o rendimento mensal disponível destas famílias. A soma das 173 reduções de renda previstas com este acordo perfaz uma poupança de 10.500 euros mensais, ou seja, 126 mil euros anuais que ficam disponíveis para estas famílias”, acrescentou Andreia Cardoso.

As reduções abrangem inquilinos da Região que se situam maioritariamente nas freguesias da Maia, Livramento, Ribeira Seca e Arrifes, na ilha de São Miguel, e na freguesia de Santa Luzia, na ilha Terceira.

Na cerimónia de hoje, a Secretária Regional da Solidariedade Social presidiu à apresentação das 24 habitações para arrendamento com opção de compra que serão lançadas a concurso em sete ilhas dos Açores.

Os concursos destinam-se à atribuição de 15 apartamentos nas ilhas de São Miguel, Faial e Terceira, e nove moradias distribuídas pelas ilhas de Santa Maria, Graciosa, São Jorge, Flores e São Miguel, representando um investimento da Região de cerca de um milhão de euros.

“Com estes concursos, e após a atribuição destas habitações, totalizam-se quase 500 agregados familiares da Região Autónoma dos Açores a usufruir de uma habitação permanente, a rendas acessíveis, com a possibilidade de vir a adquirir a habitação”, frisou Andreia Cardoso.

Os fogos a atribuir destinam-se a habitação permanente, podendo a opção de compra ser exercida em qualquer momento, desde que decorrido um ano da data da assinatura do contrato de subarrendamento, sendo todas as rendas pagas pelas famílias até essa altura contabilizadas para esse efeito.

Fonte: Gacs

Regional

Andreia Cardoso apela à identificação das barreiras arquitetónicas em habitações de idosos ou pessoas dependentes

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A Secretária Regional da Solidariedade Social apelou hoje, em Ponta Delgada, a todos os que, tendo um contacto direto com a população mais idosa ou dependente, possam detetar e sinalizar a existência de casos de habitações que carecem de correção, por constituírem risco de queda.

Andreia Cardoso, que falava na cerimónia de atribuição de apoios para a recuperação de habitação degradada a famílias da ilha de São Miguel, salientou que adequar as habitações das pessoas mais idosas e com mobilidade reduzida é uma das prioridades do Governo dos Açores.

“Pretendemos promover intervenções preventivas em 180 habitações em todo o arquipélago até ao final de 2019, por forma a tornar a casa um ambiente mais seguro e, assim, prevenir as quedas”, afirmou a Secretária Regional, acrescentando que “as quedas são, de facto, fatores de isolamento, fatores de dependência e, naturalmente, fatores de exclusão”.

Este trabalho de sinalização, acrescentou Andreia Cardoso, passa pela identificação dos casos, pela comunidade, à Junta de Freguesia ou diretamente ao serviço local da Direção Regional da Habitação, para que, “com pequenas intervenções, como a transformação de uma escada em rampa, a colocação de um corrimão, a troca de uma banheira por um poliban, seja possível eliminar os pontos de risco de queda”.

Acabar com as barreiras arquitetónicas é uma das medidas incluída no I Plano de Ação Bianual 2018-2019 da Estratégia Regional de Combate à Pobreza e à Exclusão Social, que visa adequar as habitações das pessoas mais idosas e com mobilidade reduzida.

Andreia Cardoso atribuiu hoje apoios a 30 famílias da ilha de São Miguel para a recuperação de habitação degradada e para o combate às térmitas.

“Estamos a dar mais um passo na reabilitação do parque habitacional dos Açores, num investimento público que ascende a cerca de 486 mil euros e que abrange um total de 82 pessoas, que aguardam a ajuda e o impulso para verem as suas habitações melhoradas e requalificadas”, disse a Secretária Regional.

Nesta legislatura, e até março deste ano, o Governo dos Açores já apoiou quase 3.600 famílias, num investimento total superior a 29 milhões de euros no setor da habitação.

Fonte:GACS

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Regional

Governo dos Açores acompanha a evolução da atividade sísmica em São Miguel

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O Secretário Regional da Saúde deslocou-se, ao início da manhã de hoje, ao Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA), em Ponta Delgada, para se inteirar da evolução da atividade sísmica que tem sido registada na zona central da ilha de São Miguel.

Rui Luís assegurou que o Governo dos Açores está a acompanhar desde a primeira hora esta situação, através de ‘briefings’ periódicos entre o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores e o CIVISA.

No âmbito deste acompanhamento, as câmaras municipais, os serviços municipais de Proteção Civil e as corporações de bombeiros estão também notificados para o acompanhamento desta atividade sísmica, adiantou o Secretário Regional, que apelou à população para que se mantenha informada e siga os conselhos de segurança do SRPCBA recomendados para estes casos.

FONTE: GACS

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Governo dos Açores apresenta novo programa de promoção de emprego jovem

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O Governo dos Açores apresentou um novo programa de promoção do emprego jovem, denominado Inovar, destinado a jovens até aos 30 anos.

O Vice-Presidente do Governo salientou que este programa vem “colmatar uma lacuna”, que era a não existência de programas de estágio para quem não tem formação profissional ou licenciatura.

Nos programas em vigor, quem acaba a formação no ensino profissional tem acesso ao programa Estagiar T e quem termina uma licenciatura está abrangido pelo Estagiar L, mas não existia uma solução semelhante para quem não se enquadra nestas duas situações.

Com o Inovar, segundo Sérgio Ávila, passa a existir “uma possibilidade de estágio, com garantia de contratação de metade dos estagiários, para quem não fez ensino profissional ou uma licenciatura”.

O governante adiantou que as inscrições decorrem de 15 de abril a 10 de maio, “para que o trabalho se inicie a 1 de junho, num estágio de 11 meses, em empresas privadas e públicas, entidades sem fins lucrativos e na administração pública, em setores estratégicos”.

Podem candidatar-se jovens que estejam desempregados e sem receber subsídio de desemprego e com habilitações académicas até ao 12º ano, com a garantia de que, findo o estágio, as entidades são obrigadas a contratar, pelo menos, metade dos seus estagiários.

Fonte: GACS

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