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Regional

Açores são um bom exemplo em matéria de segurança alimentar, afirma João Ponte

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Fotos: GaCS/SRAF

O Secretário Regional da Agricultura e Florestas afirmou, em Lisboa, que os Açores são um “bom exemplo” em matéria de segurança alimentar, uma área estratégica onde tem sido realizado um grande investimento público ao nível infraestrutural, mas também formativo e de qualificação dos agentes do setor.

“Os Açores têm feito um grande trabalho no que diz respeito ao aumento da segurança alimentar, reconhecido dentro e fora da Região, o que contribui decisivamente para fortalecer a confiança dos consumidores nos produtos agrícolas açorianos”, salientou João Ponte, que falava quarta-feira, à margem da primeira reunião do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSANP), que foi presidida pelo Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, e contou com representantes de vários ministérios.

João Ponte recordou, como exemplo, o investimento em curso, na atual legislatura, de 15 milhões de euros na modernização da rede regional de abate, a aposta na certificação dos matadouros e na modernização das agroindústrias, bem como a oferta formativa com o objetivo de qualificar e dotar de mais competências os agricultores e os técnicos na área da aplicação de fitofarmacêuticos na agricultura.

O governante apontou também o papel fundamental do Laboratório Regional de Veterinária ao nível da implementação de planos obrigatórios de vigilância, da sanidade, da segurança e da higiene alimentar, tendo realizado, em 2018, mais de 1,2 milhões de análises.

O titular da pasta da Agricultura destacou ainda o potencial que os Açores têm para a produção de produtos biológicos, considerados mais saudáveis, apontando o Plano Estratégico para a Produção em Modo Biológico e os projetos que já estão em curso na Região na área do leite e da carne, para além da produção de hortícolas e frutícolas.

O CONSANP foi constituído com o objetivo de contribuir para a definição de uma visão integrada das matérias relativas à segurança alimentar e nutricional, garantindo a convergência, a coerência, bem como a participação social no âmbito da adoção dos respetivos instrumentos.

O primeiro trabalho que será desenvolvido por esta estrutura será a Estratégia Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, que contará com a colaboração do Governo dos Açores.

FONTE: GaCS/RM

Regional

Andreia Cardoso apela à identificação das barreiras arquitetónicas em habitações de idosos ou pessoas dependentes

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A Secretária Regional da Solidariedade Social apelou hoje, em Ponta Delgada, a todos os que, tendo um contacto direto com a população mais idosa ou dependente, possam detetar e sinalizar a existência de casos de habitações que carecem de correção, por constituírem risco de queda.

Andreia Cardoso, que falava na cerimónia de atribuição de apoios para a recuperação de habitação degradada a famílias da ilha de São Miguel, salientou que adequar as habitações das pessoas mais idosas e com mobilidade reduzida é uma das prioridades do Governo dos Açores.

“Pretendemos promover intervenções preventivas em 180 habitações em todo o arquipélago até ao final de 2019, por forma a tornar a casa um ambiente mais seguro e, assim, prevenir as quedas”, afirmou a Secretária Regional, acrescentando que “as quedas são, de facto, fatores de isolamento, fatores de dependência e, naturalmente, fatores de exclusão”.

Este trabalho de sinalização, acrescentou Andreia Cardoso, passa pela identificação dos casos, pela comunidade, à Junta de Freguesia ou diretamente ao serviço local da Direção Regional da Habitação, para que, “com pequenas intervenções, como a transformação de uma escada em rampa, a colocação de um corrimão, a troca de uma banheira por um poliban, seja possível eliminar os pontos de risco de queda”.

Acabar com as barreiras arquitetónicas é uma das medidas incluída no I Plano de Ação Bianual 2018-2019 da Estratégia Regional de Combate à Pobreza e à Exclusão Social, que visa adequar as habitações das pessoas mais idosas e com mobilidade reduzida.

Andreia Cardoso atribuiu hoje apoios a 30 famílias da ilha de São Miguel para a recuperação de habitação degradada e para o combate às térmitas.

“Estamos a dar mais um passo na reabilitação do parque habitacional dos Açores, num investimento público que ascende a cerca de 486 mil euros e que abrange um total de 82 pessoas, que aguardam a ajuda e o impulso para verem as suas habitações melhoradas e requalificadas”, disse a Secretária Regional.

Nesta legislatura, e até março deste ano, o Governo dos Açores já apoiou quase 3.600 famílias, num investimento total superior a 29 milhões de euros no setor da habitação.

Fonte:GACS

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Regional

Governo dos Açores acompanha a evolução da atividade sísmica em São Miguel

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O Secretário Regional da Saúde deslocou-se, ao início da manhã de hoje, ao Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA), em Ponta Delgada, para se inteirar da evolução da atividade sísmica que tem sido registada na zona central da ilha de São Miguel.

Rui Luís assegurou que o Governo dos Açores está a acompanhar desde a primeira hora esta situação, através de ‘briefings’ periódicos entre o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores e o CIVISA.

No âmbito deste acompanhamento, as câmaras municipais, os serviços municipais de Proteção Civil e as corporações de bombeiros estão também notificados para o acompanhamento desta atividade sísmica, adiantou o Secretário Regional, que apelou à população para que se mantenha informada e siga os conselhos de segurança do SRPCBA recomendados para estes casos.

FONTE: GACS

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Governo dos Açores apresenta novo programa de promoção de emprego jovem

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O Governo dos Açores apresentou um novo programa de promoção do emprego jovem, denominado Inovar, destinado a jovens até aos 30 anos.

O Vice-Presidente do Governo salientou que este programa vem “colmatar uma lacuna”, que era a não existência de programas de estágio para quem não tem formação profissional ou licenciatura.

Nos programas em vigor, quem acaba a formação no ensino profissional tem acesso ao programa Estagiar T e quem termina uma licenciatura está abrangido pelo Estagiar L, mas não existia uma solução semelhante para quem não se enquadra nestas duas situações.

Com o Inovar, segundo Sérgio Ávila, passa a existir “uma possibilidade de estágio, com garantia de contratação de metade dos estagiários, para quem não fez ensino profissional ou uma licenciatura”.

O governante adiantou que as inscrições decorrem de 15 de abril a 10 de maio, “para que o trabalho se inicie a 1 de junho, num estágio de 11 meses, em empresas privadas e públicas, entidades sem fins lucrativos e na administração pública, em setores estratégicos”.

Podem candidatar-se jovens que estejam desempregados e sem receber subsídio de desemprego e com habilitações académicas até ao 12º ano, com a garantia de que, findo o estágio, as entidades são obrigadas a contratar, pelo menos, metade dos seus estagiários.

Fonte: GACS

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