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Regional

Exportações da Quinta dos Açores sobem 3,5 pontos percentuais em 2018 para 1,5 ME

Agência Lusa

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As exportações da Quinta dos Açores atingiram 1,5 milhões de euros em 2018, crescendo 3,5 pontos percentuais (p.p) face ao ano anterior, com destaque para Espanha, disse à Lusa a administradora da marca, Diana Barcelos.

Em 2018, “o volume de negócios da Quinta dos Açores foi de cerca de 10 milhões de euros, com as exportações a representarem 15% deste valor. A exportação representou, em 2017, 11,5% da faturação”, disse à Lusa Diana Barcelos.

Desta forma, no ano em causa, as exportações da Quinta dos Açores atingiram 1,5 milhões de euros, mais 3,5 p.p. do que no período homólogo.

De acordo com os dados disponibilizados, o principal mercado exportador é Espanha, que representa cerca de 5% da faturação anual da marca do grupo Barcelos.

Recentemente, a Quinta dos Açores iniciou também a exportação para o Reino Unido, através de um distribuidor português, não tendo sido, até ao momento, afetado com a incerteza associada ao ‘Brexit’ (saída do Reino Unido da União Europeia).

Paralelamente, a empresa tem em vista atingir outros mercados europeus, “sobretudo, mais relacionados com a saudade” (emigrantes portugueses), bem como o mercado norte-americano.

A marca açoriana, com sede na Ilha Terceira, dedica-se à produção de gelados, queijos, iogurtes, preparados de carne e carne de bovino.

A Quinta dos Açores emprega mais de 60 funcionários sendo que, no total das cinco marcas, o grupo Barcelos tem cerca de 100 trabalhadores.

O grupo detém ainda as marcas Francisco Helvídio Barcelos, dedicada à produção animal, Maria José Barcelos, vocacionada para a importação e exportação animal, A Pastagem, empresa que cria animais da marca Limousine com Identificação Geográfica Protegida (IGP), bem como a Quinta ‘Experience’, que foi criada com a extensão do projeto para São Miguel.

Regional

Andreia Cardoso apela à identificação das barreiras arquitetónicas em habitações de idosos ou pessoas dependentes

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A Secretária Regional da Solidariedade Social apelou hoje, em Ponta Delgada, a todos os que, tendo um contacto direto com a população mais idosa ou dependente, possam detetar e sinalizar a existência de casos de habitações que carecem de correção, por constituírem risco de queda.

Andreia Cardoso, que falava na cerimónia de atribuição de apoios para a recuperação de habitação degradada a famílias da ilha de São Miguel, salientou que adequar as habitações das pessoas mais idosas e com mobilidade reduzida é uma das prioridades do Governo dos Açores.

“Pretendemos promover intervenções preventivas em 180 habitações em todo o arquipélago até ao final de 2019, por forma a tornar a casa um ambiente mais seguro e, assim, prevenir as quedas”, afirmou a Secretária Regional, acrescentando que “as quedas são, de facto, fatores de isolamento, fatores de dependência e, naturalmente, fatores de exclusão”.

Este trabalho de sinalização, acrescentou Andreia Cardoso, passa pela identificação dos casos, pela comunidade, à Junta de Freguesia ou diretamente ao serviço local da Direção Regional da Habitação, para que, “com pequenas intervenções, como a transformação de uma escada em rampa, a colocação de um corrimão, a troca de uma banheira por um poliban, seja possível eliminar os pontos de risco de queda”.

Acabar com as barreiras arquitetónicas é uma das medidas incluída no I Plano de Ação Bianual 2018-2019 da Estratégia Regional de Combate à Pobreza e à Exclusão Social, que visa adequar as habitações das pessoas mais idosas e com mobilidade reduzida.

Andreia Cardoso atribuiu hoje apoios a 30 famílias da ilha de São Miguel para a recuperação de habitação degradada e para o combate às térmitas.

“Estamos a dar mais um passo na reabilitação do parque habitacional dos Açores, num investimento público que ascende a cerca de 486 mil euros e que abrange um total de 82 pessoas, que aguardam a ajuda e o impulso para verem as suas habitações melhoradas e requalificadas”, disse a Secretária Regional.

Nesta legislatura, e até março deste ano, o Governo dos Açores já apoiou quase 3.600 famílias, num investimento total superior a 29 milhões de euros no setor da habitação.

Fonte:GACS

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Regional

Governo dos Açores acompanha a evolução da atividade sísmica em São Miguel

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O Secretário Regional da Saúde deslocou-se, ao início da manhã de hoje, ao Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA), em Ponta Delgada, para se inteirar da evolução da atividade sísmica que tem sido registada na zona central da ilha de São Miguel.

Rui Luís assegurou que o Governo dos Açores está a acompanhar desde a primeira hora esta situação, através de ‘briefings’ periódicos entre o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores e o CIVISA.

No âmbito deste acompanhamento, as câmaras municipais, os serviços municipais de Proteção Civil e as corporações de bombeiros estão também notificados para o acompanhamento desta atividade sísmica, adiantou o Secretário Regional, que apelou à população para que se mantenha informada e siga os conselhos de segurança do SRPCBA recomendados para estes casos.

FONTE: GACS

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Governo dos Açores apresenta novo programa de promoção de emprego jovem

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O Governo dos Açores apresentou um novo programa de promoção do emprego jovem, denominado Inovar, destinado a jovens até aos 30 anos.

O Vice-Presidente do Governo salientou que este programa vem “colmatar uma lacuna”, que era a não existência de programas de estágio para quem não tem formação profissional ou licenciatura.

Nos programas em vigor, quem acaba a formação no ensino profissional tem acesso ao programa Estagiar T e quem termina uma licenciatura está abrangido pelo Estagiar L, mas não existia uma solução semelhante para quem não se enquadra nestas duas situações.

Com o Inovar, segundo Sérgio Ávila, passa a existir “uma possibilidade de estágio, com garantia de contratação de metade dos estagiários, para quem não fez ensino profissional ou uma licenciatura”.

O governante adiantou que as inscrições decorrem de 15 de abril a 10 de maio, “para que o trabalho se inicie a 1 de junho, num estágio de 11 meses, em empresas privadas e públicas, entidades sem fins lucrativos e na administração pública, em setores estratégicos”.

Podem candidatar-se jovens que estejam desempregados e sem receber subsídio de desemprego e com habilitações académicas até ao 12º ano, com a garantia de que, findo o estágio, as entidades são obrigadas a contratar, pelo menos, metade dos seus estagiários.

Fonte: GACS

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