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Regional

Porto de Ponta Delgada com mais 40% de capacidade para movimento de contentores

GACS

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O Presidente do Governo garantiu  que o investimento de cerca de 31 milhões de euros no Porto de Ponta Delgada tem o objetivo de tornar a operação portuária mais fácil, mais rápida e mais eficiente para os empresários e para a economia.

“Esta obra de cerca de 31 milhões de euros, cujo concurso público para a empreitada está a decorrer, tem o objetivo claro de tornar mais fácil, mais rápida e mais eficiente para a nossa economia e para os nossos empresários a operação no Porto de Ponta Delgada”, afirmou Vasco Cordeiro.

O Presidente do Governo falava aos jornalistas, depois de ter visitado as obras em curso de reforço do manto de proteção do molhe, um outro investimento de cerca de nove milhões de euros, na sequência dos temporais de dezembro de 2015 e janeiro de 2016.

Vasco Cordeiro salientou que a obra de 31 milhões de euros traduz-se no aumento do cais acostável, na dragagem das bacias de manobra, mas, fundamentalmente, num crescimento à volta dos 40 por cento da capacidade de parqueamento de contentores do Porto de Ponta Delgada.

“Se somados os contentores de 20 e 40 pés, passaremos de uma capacidade que, neste momento, é de 566 lugares para 774 lugares de parqueamento de contentores”, sublinhou Vasco Cordeiro, ao salientar que é também por isso que este investimento garante que vai ser mais fácil, mais rápida e mais eficiente a operação portuária em Ponta Delgada.

Após ter visitado os trabalhos, no âmbito da visita de trabalho que o Governo está a efetuar a São Miguel, Vasco Cordeiro adiantou ainda que estas empreitadas fazem parte de um conjunto de outras intervenções que decorrem em estruturas portuárias e similares em todas as ilhas da Região, as quais, nesta legislatura, significam cerca de 100 milhões de euros de investimento.

“No Corvo, temos as obras do Porto da Casa, que estão a decorrer, nas Flores, as obras do Porto das Poças, que também estão a decorrer, no Faial, foi já aprovado o lançamento do concurso para a segunda fase da requalificação do porto comercial, que aguarda por estudos do ponto de vista de impacte ambiental”, disse Vasco Cordeiro.

Além destas, em São Jorge, estão em fase de conclusão as obras do cais comercial das Velas, na Terceira, até final do ano estarão definidas as obras no Porto de Pipas, na Graciosa, está a decorrer a obra de requalificação da zona da Barra, em Santa Maria, está previsto lançar a obra de reforço do manto de proteção, e, no Pico, estão a decorrer obras de recuperação dos estragos do mau tempo no Porto da Madalena, estando também em fase final os estudos sobre o Terminal de Passageiros de São Roque.

Ainda no âmbito das condições de segurança do Porto de Ponta Delgada, está também em curso a recuperação do chamado Cais NATO, um investimento de cerca de cinco milhões de euros da responsabilidade do Governo da República.

Desporto

Varzim contrata médio Minhoca que jogava no Santa Clara

Agência Lusa

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O médio português Minhoca, que jogava no Santa Clara, da I Liga, vai reforçar o Varzim, anunciou hoje o clube da II Liga portuguesa de futebol.

O jogador, de 31 anos, natural dos Açores, esteve nas últimas duas temporadas no emblema de S. Miguel, tendo em 2018/19 participado em apenas sete partidas, sem golos.

O médio conta também no seu currículo com passagens anteriores pelo Santa Clara, ma também pelo Paços de Ferreira, União Micaelense e Marítimo.

Os poveiros garantiram, ainda, a contratação do defesa central brasileiro Lucas Lima, de 24 anos, que jogava no campeonato luxemburguês, ao serviço do Titus Petangé, depois ter feito formação no Goiás, do Brasil, e ter experiências no futebol espanhol e italiano.

Com estas duas contratações o Varzim assegurou já 11 reforços para a nova época, depois de Luís Pedro (ex-Penafiel), Tiago Cerveira (ex-União de Leiria), Felipe Augusto (ex-Sporting de Espinho), Glen Matondo (ex-Bobigny, França), Serginho (ex-Santa Clara), Levi Lumeka (ex-Crystal Palace, Inglaterra), Alan Henrique (ex-Sriwijaya, Indonésia) e Willan Dias (ex-Arouca).

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Regional

Modelo de construção para prisões de Ponta Delgada e Montijo é hoje apresentado

Agência Lusa

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As prisões de Ponta Delgada e Montijo serão as primeiras a serem construídas segundo um modelo “mais humanizado e sustentável” concebido para os novos estabelecimentos prisionais e que hoje é apresentado no âmbito dos Encontros de Inovação na Justiça.

Segundo o Ministério da Justiça, o estudo de conceção para uma Prisão do Século XXI, desenvolvido pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais e pela Faculdade de Arquitetura de Lisboa resultou num “novo modelo mais humanizado, mais sustentável e de acordo com as normas de referência internacional” a aplicar aos novos estabelecimentos prisionais (EP).

Os dois projetos para a construção dos EP do Montijo e de Ponta Delgada, nos Açores, vão ser lançados em breve.

O EP de Ponta Delgada, com um investimento entre 45 e os 50 milhões de euros, terá uma área bruta de 22.600 metros quadrados e 41 mil metros quadrados de espaços exteriores, entre os quais cinco campos de jogos, para uma população a rondar os 500 reclusos.

O EP do Montijo, cujo investimento rondará os 65 e os 70 milhões de euros, terá capacidade para cerca de 800 reclusos, uma área bruta de construção de 30.500 metros quadrados e 64 mil metros quadrados de espaços exteriores, nomeadamente oito campos para a prática de desporto.

O novo conceito será apresentado no Laboratório Nacional de Engenharia Civil, em Lisboa.

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Regional

NASA vai usar vulcão dos Capelinhos para treinar exploração em Marte

Agência Lusa

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A NASA vai usar o vulcão dos Capelinhos, nos Açores, para treinar a exploração da paisagem de Marte e perceber como evoluiu nos últimos milhões de anos, disse à Lusa o ex-diretor do departamento científico da agência espacial norte-americana.

A expedição, que ainda não tem data marcada mas que acontecerá “em breve”, levará cientistas da NASA, do Reino Unido e de Portugal a estudar o vulcão da ilha do Faial que nasceu do mar no final dos anos 50, em condições muito semelhantes às que se terão verificado em Marte “há mil milhões de anos”.

“Quando Marte tinha mares e lagos, vulcões entraram em erupção nas águas e produziram relevo como o que vemos nos Capelinhos, que erodiu na presença de água persistente. Depois, as águas secaram. O clima de Marte mudou e hoje só temos os esqueletos fantasmagóricos dessa paisagem, preservada nas rochas”, disse James Garvin em entrevista à Lusa à margem da Global Exploration Summit, que começou hoje em Lisboa.

James Garvin, que dirigiu o departamento científico da NASA entre 2004 e 2005, afirmou que os Açores são “um laboratório especial” só comparável a mais dois locais da Terra, um na Islândia, outro em Tonga, com vulcões de erupção recente em meio aquático, com “água e lava a interagirem de forma dinâmica”.

“Sítios como esses, quentes, húmidos e com atividade térmica, seriam bons para surgir vida microbial”, disse.

Na próxima expedição aos Capelinhos, os cientistas olharão para a paisagem em terra e do ar, usando ‘drones’, em preparação para a próxima fase da exploração.

“Voltaremos lá para ver se podemos usar [o vulcão] como caso de estudo para o nosso ‘helicóptero marciano’, que enviaremos com a missão Mars Rover em 2020”, que incluirá um veículo da NASA e outro da Agência Espacial Europeia.

Garvin explicou que “algumas coisas nos Capelinhos acontecem muito depressa numa escala menor, algumas numa escala maior” e que a expedição terá resultados úteis para as compreender na Terra.

“Vemos as maiores a acontecer do espaço e observamos nós próprios as mais pequenas. Depois, juntamos matematicamente as duas e podemos criar modelos para como o vulcão dos Capelinhos evoluirá à medida que o ambiente muda e o nível do mar sobe”, acrescentou.

Comparando os dados recolhidos há 25 com os atuais, será possível ter “um registo dos últimos sessenta anos de erosão no oceano Atlântico” em torno da ilha.

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