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Mundo

Justiça norte-americana investiga Igreja Católica por abusos sexuais de menores

Agência Lusa

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O Departamento de Justiça norte-americano abriu uma investigação por alegados abusos sexuais na Igreja Católica da Pensilvânia, dois meses depois de um relatório ter exposto crimes cometidos, há décadas, em dioceses daquele estado.

O relatório, publicado em agosto depois de uma investigação de 18 meses, dá conta de abusos sexuais perpetrados por cerca de 300 sacerdotes a mais de mil crianças, ao longo de várias décadas.

De acordo com a agência de notícias Associated Press (AP), procuradores de vários estados mobilizaram-se e convocaram as dioceses daquele estado para investigarem os arquivos e chegarem às testemunhas, apesar de todos os abusos citados no relatório já terem prescrito.

Das 11 dioceses intimadas pelo Departamento de Justiça norte-americana, cinco disseram estar dispostas a cooperar com os investigadores, segundo a imprensa local.

“Esta é a primeira vez que ouvimos falar de uma investigação sobre as dioceses católicas e isso é uma grande notícia para as vítimas”, disse Mike McDonnell, de 50 anos, que sofreu abusos sexuais por padres da região na sua paróquia na Pensilvânia, quando tinha entre 11 e 13 anos de idade.

A diocese de Greensburg, no oeste da Pensilvânia, considerou a intimação “não surpreendente”, dado o “horrível” relatório publicado sobre os abusos sexuais.

Se os casos forem confirmados, a justiça norte-americana pode não limitar as suas investigações à Pensilvânia e expandir a outros estados, segundo a agência noticiosa France-Presse (AFP).

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Morreu William Goldman, argumentista de filmes como “Os Homens do Presidente”

Agência Lusa

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O escritor e argumentista norte-americano William Goldman, que escreveu para vários filmes de grande sucesso como “Os Homens do Presidente” ou “O Homem da Maratona”, morreu na sexta-feira com 87 anos, anunciou a sua família.

Natural de Highland Park, no estado de Illinois, William Goldman começou como romancista e publicou seu primeiro romance aos 26 anos, “O Templo de Ouro”, bem recebido pelos críticos. Contudo, foi como argumentista que alcançou sucesso mundial, escrevendo uma impressionante série de produções de Hollywood.

“Dois Homens e Um Destino” (1969), protagonizado por Paul Newman e Robert Redford, foi o filme com o qual ganhou o primeiro Óscar para Melhor Argumento, seguindo-se “Os Homens do Presidente” (1976), que lhe assegurou uma segunda estatueta. “O Homem da Maratona” (1976), “Uma Ponte Longe Demais” (1977), “A Princesa Prometida” (1987) e “Misery – O Capítulo Final” (1990) foram outros filmes que marcaram a carreira de Goldman.

Numa entrevista à cadeia norte-americana PBS em 2000 explicou que temeu durante toda a sua vida irritar o espetador e que usou sistematicamente uma série de “truques” para o entreter.

“O que eu tenho é o que eu tinha quando comecei: um sentido de diálogo e de história”, afirmou, modestamente, admitindo que não tinha capacidade para a encenação.

Goldman assegurou que não tinha uma receita para escrever o argumento para um filme, mas que “gostaria que houvesse uma”, brincou na entrevista.

William Goldman escolheu residir em Nova Iorque, longe da indústria cinematográfica de Hollywood, que sempre abominou.

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Pelo menos 71 mortos em incêndio na Califórnia – Novo balanço

Agência Lusa

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As autoridades norte-americanas elevaram na sexta-feira para 71 o número de mortos devido a um incêndio no norte do estado da Califórnia que devastou a vila de Paradise, onde arderam quase dez mil habitações.

O xerife do condado de Butte, Korey Honea, informou ainda que as autoridades têm uma lista de mil pessoas desaparecidas.

O anterior balanço dava conta de 63 mortos e de 631 desaparecidos.

O incêndio praticamente devastou Paradise, vila de 27 mil habitantes, e destruiu parcialmente as localidades vizinhas de Magalia e Concow.

As chamas daquele que é o incêndio mais mortífero da história da Califórnia consumiram já 572 quilómetros quadrados.

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China afirma que acusações de espionagem industrial dos EUA “são invenções”

Agência Lusa

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O Governo chinês afirmou hoje que as acusações dos Estados Unidos contra dez agentes dos serviços de informações chineses, por espionagem industrial no setor aeronáutico, “são invenções”.

“As acusações não têm fundamento, são invenções”, garantiu o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Lu Kang, ao ser questionado em conferência de imprensa.

Segundo um comunicado do Departamento de Justiça norte-americano divulgado na terça-feira, os acusados acederam a dados privados de empresas do setor da aviação, visando usurpar propriedade intelectual, informação confidencial ou sobre motores utilizados em voos comerciais, entre janeiro de 2010 e maio de 2015.

Entre os suspeitos identificados constam Zha Rong e Chai Meng, que trabalham para a filial do Ministério de Segurança do Estado chinês, na província de Jiangsu, leste da China.

Aquele organismo está encarregue da espionagem e contraespionagem da China.

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