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Desporto

Sub-21 lusos disputam acesso ao Europeu de sub-21 com Grécia, Polónia ou Áustria

Agência Lusa

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A seleção portuguesa de futebol de sub-21 vai defrontar Grécia, Polónia ou Áustria nos ‘play-offs’ de acesso à fase final do Europeu da categoria de 2019, que se realiza na Itália e São Marino.

Portugal acabou hoje como o quarto melhor segundo colocado dos nove grupos de qualificação, o último que tinha acesso aos ‘play-offs’, ao bater em casa a Bósnia-Herzegovina por 4-2, com tentos de André Horta, João Félix, Diogo Gonçalves e Heriberto, quatro jogadores formados no Benfica.

Nas contas para os melhores segundos, que não contabilizavam os resultados com os sextos colocados, o conjunto comandado por Rui Jorge – que foi segundo do grupo 8, com 22 pontos, contra 24 da Roménia – totalizou 16 pontos.

Portugal fez pior do que Polónia (20 pontos), Grécia (19) e Áustria (16) – fechou com 17-7 em golos, contra 17-11 de Portugal -, mas melhor do que Irlanda do Norte e Suécia (ambas com 14), Holanda e Eslovénia (as duas com 12) e Noruega (11).

O sorteio dos ‘play-offs’, que se realizam a duas mãos, entre 12 e 20 de novembro, está agendado para sexta-feira.

Para a fase final, que se realiza de 16 a 30 de junho de 2019, em Itália e São Marino, qualificaram-se hoje Dinamarca, Bélgica e Roménia, que se juntaram a Itália (coanfitriã), Croácia, Espanha, Inglaterra, Alemanha, Sérvia e França.

Seleções já qualificadas para a fase final:

Itália (coanfitriã).

Croácia (Grupo 1)

Espanha (Grupo 2)

Dinamarca (Grupo 3)

Inglaterra (Grupo 4)

Alemanha (Grupo 5)

Bélgica (Grupo 6)

Sérvia (Grupo 7)

Roménia (Grupo 8)

França (Grupo 9)

Seleções apuradas para o ‘play-off’ (x):

Gr. 1: Grécia (19 pontos).

Gr. 3: Polónia (20).

Gr. 7: Áustria (16).

Gr. 8: Portugal (16).

Segundos classificados que falharam o ‘play-off’ (x):

Gr. 2: Irlanda do Norte (14).

Gr. 4: Holanda (12).

Gr. 5: Noruega (11).

Gr. 6: Suécia (14).

Gr. 9: Eslovénia (12).

(x) – Pontuação com que acabaram o grupo, retirando os resultados com o sexto classificado.

Nota: Qualificaram-se diretamente para a fase final os vencedores dos nove grupos de qualificação, juntando-se à Itália. Os quatro melhores segundos disputam os ‘play-offs’, para apurar as duas últimas seleções.

Desporto

Sub-21: Portugal venceu Polónia por 1-0

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A seleção portuguesa de sub-21 foi à Polónia vencer a seleção da casa por 1-0, na primeira mão do “play-off” de acesso ao Europeu de 2019. O único golo da partida foi apontado por Diogo Jota, assistido por João Félix, à passagem do minuto 30.

Rui Jorge fez alinhar o seguinte onze: Joel Pereira; Diogo Gonçalves, Ivanildo Fernandes, Diogo Leite e Yuri Ribeiro; Stephen Eustáquio, André Horta, Gedson Fernandes e João Carvalho; João Féliz e Diogo Jota. Heriberto, Rafael Leão e Bruno Costa entraram na segunda parte.

No outro jogo do “play-off” de apuramento para o Campeonato Europeu a Áustria venceu por 1-0 na Grécia. O golo foi marcado por Posch.

O jogo decisivo disputa-se no dia 20 de novembro no Estádio Municipal Eng.º Manuel Branco Teixeira, em Chaves.

O vencedor qualifica-se para a fase final, juntando-se a Itália (coanfitriã), Croácia, Espanha, Dinamarca, Inglaterra, Alemanha, Bélgica, Sérvia, Roménia e França.

O sorteio da fase final, que se realiza em Itália e São Marino, de 16 a 30 de maio de 2019, está marcado para 23 de novembro.

GOLO FM

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Desporto

Jorge Jesus não fecha a porta ao Benfica

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Jorge Jesus não fecha a porta a um possível regresso ao Benfica, apesar de realçar que Rui Vitória é o atual treinador e que há que respeitá-lo. Em entrevista ao jornal “A Bola”, Jesus admite, contudo, que foi o trabalho desenvolvido na Luz que mais projetou o seu nome no mundo do futebol.

O treinador recorda que tem “uma amizade muito forte com gente do Benfica, principalmente, com o presidente Luís Filipe Vieira e lembra que foram os encarnados que o “projetaram mundialmente”, mas esses motivos não são, por si só, suficientes para se pensar que poderá regressar à Luz, no imediato.

Jesus revela que ninguém do Benfica o contactou, no sentido de reocupar o cargo que já foi seu, e sublinha que, antes de tudo, precisa de ter “respeito pelo atual treinador” do clube, Rui Vitória.

Confrontado com o ditado que diz que “não se deve voltar onde se foi feliz”, Jorge Jesus responde com um piscar de olhos ao Benfica: “Também se pode dizer ao contrário e usar aquele ditado que diz ‘bom filho a casa torna'”. Porém, ressalva o que já havia salvaguardado: “Tenho de respeitar o Benfica e o treinador do Benfica. Não fujo às questões, mas não quero abordar hipóteses. Hipóteses de regressar a Portugal haverá sempre”.

O treinador português reforça a relevância que a sua passagem pela Luz tem na sua carreira e sentencia, nesta entrevista ao jornal “A Bola”, “o Benfica é um nome muito grande”. “Estive em duas finais europeias e isso foi muito mais importante para a minha carreira que ter ganho dez títulos”, acrescenta.

A verdade é que Jorge Jesus tem “medo de ser mal interpretado” no que diga sobre o Benfica. “O meu grande projeto neste momento é o Al Hilal. Treinador de futebol nunca sabe o dia de amanhã. Devo muito a todos os clubes onde trabalhei. Muito! Particularmente, em termos de ser conhecido a nível internacional, mais ao Benfica, como é óbvio. Fui feliz no Benfica, se dissesse o contrário estava a querer enganar-me a mim e às outras pessoas”, admite.

Os rumores do hipotético regresso de Jesus à Luz têm surgido com a fase complicada, em termos de resultados e afeto dos adeptos, por que Rui Vitória tem passado. Jorge Jesus compreende a situação do compatriota. “Aquilo que o Rui Vitória está a atravessar eu também já passei no Benfica. Também já tive situações complicadas lá. Só que o Benfica tem um grande presidente, uma estrutura muito forte”, afiança.

GOLOFM

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Sporting dá a volta ao Santa Clara e vence nos Açores – RESUMO

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O Sporting, comandado interinamente por Tiago Fernandes, venceu fora o Santa Clara por 2-1, num embate da nona jornada que começou a perder.

Os açorianos adiantaram-se aos 32 minutos, por Zé Manuel, mas, na segunda parte, o árbitro Manuel Mota assinalou um penálti, que Bas Dost transformou, aos 62, e expulsou Patrick, aos 63. Frente a 10, Acuña selou a reviravolta, aos 75.

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