Connect with us

Nacional

Resistência com novo disco e espetáculo no Coliseu de Lisboa

Agência Lusa

Publicado

|

O novo disco dos Resistência, “Ventos e Marés”, no qual incluíram canções dos GNR e dos Quinta do Bill, é editado na sexta-feira e, no dia 26, a banda sobe ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

Numa nota, o coletivo afirma que o título do álbum “traduz o que se encontra quando se trilha um longo percurso” e é “uma metáfora certeira para uma carreira rica e extensa, plena de triunfos e, claro, com alguns obstáculos que foi preciso vencer com determinação”.

O CD abre com “Sete Naves”, um original dos GNR, e inclui “Se Eu Pudesse Um Dia”, do repertório dos Delfins, e “Não Voltarei a Ser Fiel”, dos Santos e Pecadores, num total de dez temas, com recriações de canções de Jorge Palma, dos Clã, e dos Xutos & Pontapés, entre outros.

Constituem o coletivo Resistência os músicos Alexandre Frazão (bateria), Fernando Júdice (baixo), Fernando Cunha (guitarra de 12 cordas e voz), José Salgueiro (percussões), Mário Delgado (guitarra de seis cordas), Miguel Ângelo (voz), Olavo Bilac (voz), Pedro Jóia (guitarra clássica) e Tim (voz e guitarra de seis cordas).

Sobre o disco, o grupo afirma que faz “uma homenagem ao guitarrista Dudas, figura que acompanhou durante mais de duas décadas o percurso da Resistência e que se retirou dos palcos em 2015, e a outra vénia clara de ‘Ventos e Mares’ é oferecida a Pedro Ayres Magalhães, membro fundador deste projeto e autor de muitas e emblemáticas canções que continuam a inspirar estes resistentes”.

“A Gente Vai Continuar”, de Jorge Palma, é outro dos temas que fazem parte do alinhamento do álbum e que o coletivo interpretará no coliseu lisboeta, ao lado de temas que o grupo gravou em anteriores álbuns, como “Não Sou o Único”, “Nasce Selvagem”, “A Noite” ou “Amanhã é Sempre Longe Demais”.

Os Resistência estrearam-se, discograficamente, em 1991, com “Palavras ao Vento”, ao qual se seguiu, em 1992 o álbum “Mano a Mano”, e no ano seguinte, “Ao Vivo no Armazém 22”, álbum que marca o primeiro ciclo deste projeto acústico.

Em 2014 os Resistência voltaram a revisitar os repertórios das bandas e dos intérpretes nacionais com “Horizonte”, a que se seguiu, em 2016, “Ao Vivo em Lisboa”.

Nacional

Morreu o general Loureiro dos Santos

Agência Lusa

Publicado

|

O general José Loureiro dos Santos, antigo ministro da Defesa Nacional e ex-Chefe do Estado-Maior do Exército, morreu hoje em Lisboa, aos 82 anos, vítima de doença, disse à agência Lusa fonte da família.

Nascido em Vilela do Douro, concelho de Sabrosa, no distrito de Vila Real, em 02 de setembro de 1936, José Alberto Loureiro dos Santos foi ministro da Defesa Nacional entre 1978 e 1980 nos IV e V Governos Constitucionais, chefiados por Carlos Mota Pinto e Maria de Lourdes Pintasilgo, ambos executivos de iniciativa presidencial de Ramalho Eanes.

Militar do ramo de artilharia, Loureiro dos Santos foi vice-Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, em 1977, e Chefe do Estado-Maior do Exército.

Foi membro do Conselho da Revolução e Ministro da Defesa Nacional de novembro de 1978 a janeiro de 1980 nos IV e V Governos Constitucionais, respetivamente dirigidos por Carlos Mota Pinto e Maria de Lurdes Pintasilgo.

Cumpriu duas comissões no Ultramar, em Angola (1962/1965) e Cabo Verde (1972/1974), foi secretário do Conselho da Revolução no ‘verão quente’ de 1975 e, como major, participou no planeamento e execução das operações que contiveram o golpe de 25 de novembro de 1975. Passou à reserva em 1993.

Com larga experiência académica, o ex-ministro e chefe militar lecionou no Instituto de Estudos Superiores Militares, do qual fez parte do conselho científico, e no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), no qual foi membro do Conselho de Honra.

Era também membro da Academia das Ciências de Lisboa e do Conselho Geral da Universidade Nova de Lisboa, como personalidade externa.

Loureiro dos Santos foi também escritor, com vasta obra, e conferencista e deu ainda inúmeras conferências, tendo colaborado em vários órgãos de comunicação social sobre temas de geoestratégia e de geopolítica.

Continuar a Ler

Nacional

Obra Completa de Vitorino Nemésio abre com poesia e vai ser apresentado em Lisboa

Agência Lusa

Publicado

|

O primeiro volume da edição da Obra Completa de Vitorino Nemésio (1901-1978), é dedicado à Poesia, publicado numa parceria da Imprensa Nacional com a Companhia das Ilhas, e será apresentado em Lisboa, na próxima semana.

O primeiro dos quatro livros de poesia do autor, que morreu há 40 anos, antecipa a revelação de inéditos e é apresentado no próximo dia 22, às 18:30, na Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), em Lisboa, por Luiz Fagundes Duarte, responsável pela edição da obra, doutorado em Línguas e Literaturas Modernas e Linguística, pela Universidade Nova de Lisboa.

Numa nota editorial, Fagundes Duarte afirma que os três primeiros volumes de poesia de Vitorino Nemésio incluem os poemas publicados em vida pelo autor e, o quarto, “reúne a poesia inédita à data da morte de Nemésio, ou publicada postumamente”.

O volume que abre a série dedicada integralmente a Nemésio reúne a poesia editada desde 1916 a 1940, e vai ser apresentado na BNP.

Fagundes Duarte afirma que o autor nascido na Praia da Vitória, na ilha açoriana da Terceira, que se tornou conhecido pelo programa televisivo “Se bem me lembro” (1970-1975), começou a escrever poesia aos 15 anos com “Canto matinal” e terminou aos 76, com “Caderno de Caligraphia”, no qual “trabalhava quando faleceu”.

Vitorino Nemésio, entre outras atividades e colaborações dispersas em várias revistas literárias e jornais, foi professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e, como poeta, “por ele passam muitas das ideias estéticas que enformaram a poesia portuguesa do século XX, no seio da qual soube manter uma voz e uma postura muito próprias”.

O catedrático da Universidade Nova de Lisboa, refere que Nemésio soube combinar, “de um modo seguro, mas subtil, a erudição do académico com a genuinidade da inspiração de matriz popular açoriana”.

“Nele – prossegue Fagundes Duarte – encontramos desde ecos românticos (na poesia de juventude), bebidos sobretudo em Antero [de Quental] até à incursão, na maturidade, pelas linguagens e conceitos da filosofia e da ciência”, com realce para a biologia molecular, novas tecnologias e viagens espaciais, nos últimos livros, “aos quais conferiu uma até então imprevisível dimensão poética”.

Quanto a este primeiro volume, agora editado, divide-se em duas partes, de 1916 a 1930, e de 1935 a 1940, explicando Fagundes Duarte que, na primeira parte, se encontram “as miudezas da juventude, os que pareceram em edição autónoma, e aos quais o autor conferiu o estatuto de ‘livro’ – um conjunto de poemas com uma determinada unidade interna”.

Nesta primeira parte estão coligidos os títulos “Canto matinal” (1916), “A Fala das quatro flores” (1920), “Nave Etérea” (1922) e “Sonetos para libertar um Estado de Espírito Inferior” (1930), e ainda poemas avulso que publicou em jornais e revistas, apresentados sob ordem cronológica, e também “Versos Qu’o Pai Que Foi p’ò Trabalho Fez à Sua Filha”, que ficou inédito até 1979.

Na segunda parte deste volume, encontram-se “La Voyelle Promise” (1935), “O Bicho Harmonioso” (1938) e “Eu, Comovido a Oeste” (1940), tendo ainda sido incluído o texto de Nemésio “Prefácio: Da Poesia”, que, segundo Fagundes Duarte, é “a melhor reflexão que alguma vez terá sido feita sobre a poesia de Vitorino Nemésio”.

Além dos quatro volumes de poesia, o plano das “Obras Completas de Vitorino Nemésio” prevê editar três volumes de Teatro e Ficção, um deles do seu mais celebrado romance “Mau Tempo no Canal”, seis volumes com o seu Diário e Crónicas, que inclui os textos de “Se bem me lembro” e quatro volumes de Ensaio, entre os quais “Relações Francesas do Romantismo Português”, originalmente editado em 1936, e a biografia de Isabel de Aragão, mulher do rei D. Dinis.

Vitorino Nemésio nasceu a 19 de dezembro de 1901, em Praia da Vitória, Açores, morreu há 40 anos, em 20 de fevereiro de 1978, em Lisboa.

Continuar a Ler

Nacional

85 detidos este fim de semana, quase metade por conduzirem com álcool

Agência Lusa

Publicado

|

A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve este fim de semana 85 pessoas em flagrante, 45 das quais por condução sob o efeito do álcool, revelou a corporação.

Em comunicado, a GNR adianta que, na sequência das operações que levou a cabo no sábado e domingo, foram ainda detidas 12 pessoas por conduzirem sem carta, 12 por tráfico de droga e duas por posse de arma proibida.

Nas operações foram apreendidas 858 doses de haxixe, 30 de cocaína, 12 doses de folhas de cannabis, uma arma de fogo e 16 armas brancas.

Na área do trânsito, a GNR detetou 1.285 infrações, das quais 529 por excesso de velocidade, 86 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei, 78 por falta de inspeção periódica obrigatória, 48 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou cadeirinha para crianças e 45 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização.

Foram ainda detetadas 42 infrações por falta de seguro de responsabilidade civil, 39 relacionadas com tacógrafos e 27 por uso indevido do telemóvel durante a condução.

Continuar a Ler

+ Populares