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Regional

Rui Luís enaltece papel dos médicos dentistas no sucesso do Programa de Saúde Oral implementado nos Açores

GACS

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Fotos: GaCS

O Secretário Regional da Saúde enalteceu, em Angra do Heroísmo, o papel primordial dos médicos dentistas que exercem nos Açores na estratégia global de prevenção e tratamento das doenças orais no arquipélago.



“É graças à sua ação nos centros de saúde e no Serviço Regional de Saúde que esta Região tem um Programa de Saúde Oral pioneiro no país, que disponibiliza consultas a custo zero, abrangendo jovens até aos 18 anos”, destacou Rui Luís, que falava quarta-feira nas comemorações do 20.º aniversário da Ordem dos Médicos Dentistas.

O titular da pasta da Saúde frisou que o Programa de Saúde Oral dos Açores serve de modelo a outros territórios, porque resultou “efetivamente” em melhorias “significativas” na saúde oral das crianças.

O III Estudo Nacional de Prevalência de Doenças Orais revela que a percentagem de crianças açorianas até aos seis anos livres de cáries é de 75%, sendo a melhor a nível nacional.

A medida contempla um boletim individual e a educação para a saúde oral com a deslocação programada e semanal de médicos dentistas às escolas da Região, sendo que no último ano foram distribuídos cerca de 2.800 boletins individuais de saúde oral.

Na sua intervenção, Rui Luís salientou o investimento permanente que o Governo dos Açores tem dedicado a esta área, com ganhos evidentes para os utentes.

“Dotámos todas as Unidades de Saúde de Ilha dos recursos humanos e dos equipamentos necessários à prática da profissão”, sublinhou, apontando a recente admissão de um médico dentista no Corvo e o investimento na substituição da cadeira de medicina dentária nesta ilha.

Rui Luís adiantou que, “em custos diretos relacionados com os gabinetes de saúde oral e reembolsos”, foram investidos no último ano “dois milhões de euros”.

Segundo o Secretário Regional, o efeito da acessibilidade dos utentes ao tratamento e ao acompanhamento seguro permitiu a realização de 150 mil consultas de saúde oral nos últimos quatro anos.

Regional

Andreia Cardoso apela à identificação das barreiras arquitetónicas em habitações de idosos ou pessoas dependentes

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A Secretária Regional da Solidariedade Social apelou hoje, em Ponta Delgada, a todos os que, tendo um contacto direto com a população mais idosa ou dependente, possam detetar e sinalizar a existência de casos de habitações que carecem de correção, por constituírem risco de queda.

Andreia Cardoso, que falava na cerimónia de atribuição de apoios para a recuperação de habitação degradada a famílias da ilha de São Miguel, salientou que adequar as habitações das pessoas mais idosas e com mobilidade reduzida é uma das prioridades do Governo dos Açores.

“Pretendemos promover intervenções preventivas em 180 habitações em todo o arquipélago até ao final de 2019, por forma a tornar a casa um ambiente mais seguro e, assim, prevenir as quedas”, afirmou a Secretária Regional, acrescentando que “as quedas são, de facto, fatores de isolamento, fatores de dependência e, naturalmente, fatores de exclusão”.

Este trabalho de sinalização, acrescentou Andreia Cardoso, passa pela identificação dos casos, pela comunidade, à Junta de Freguesia ou diretamente ao serviço local da Direção Regional da Habitação, para que, “com pequenas intervenções, como a transformação de uma escada em rampa, a colocação de um corrimão, a troca de uma banheira por um poliban, seja possível eliminar os pontos de risco de queda”.

Acabar com as barreiras arquitetónicas é uma das medidas incluída no I Plano de Ação Bianual 2018-2019 da Estratégia Regional de Combate à Pobreza e à Exclusão Social, que visa adequar as habitações das pessoas mais idosas e com mobilidade reduzida.

Andreia Cardoso atribuiu hoje apoios a 30 famílias da ilha de São Miguel para a recuperação de habitação degradada e para o combate às térmitas.

“Estamos a dar mais um passo na reabilitação do parque habitacional dos Açores, num investimento público que ascende a cerca de 486 mil euros e que abrange um total de 82 pessoas, que aguardam a ajuda e o impulso para verem as suas habitações melhoradas e requalificadas”, disse a Secretária Regional.

Nesta legislatura, e até março deste ano, o Governo dos Açores já apoiou quase 3.600 famílias, num investimento total superior a 29 milhões de euros no setor da habitação.

Fonte:GACS

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Regional

Governo dos Açores acompanha a evolução da atividade sísmica em São Miguel

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O Secretário Regional da Saúde deslocou-se, ao início da manhã de hoje, ao Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA), em Ponta Delgada, para se inteirar da evolução da atividade sísmica que tem sido registada na zona central da ilha de São Miguel.

Rui Luís assegurou que o Governo dos Açores está a acompanhar desde a primeira hora esta situação, através de ‘briefings’ periódicos entre o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores e o CIVISA.

No âmbito deste acompanhamento, as câmaras municipais, os serviços municipais de Proteção Civil e as corporações de bombeiros estão também notificados para o acompanhamento desta atividade sísmica, adiantou o Secretário Regional, que apelou à população para que se mantenha informada e siga os conselhos de segurança do SRPCBA recomendados para estes casos.

FONTE: GACS

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Regional

Governo dos Açores apresenta novo programa de promoção de emprego jovem

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O Governo dos Açores apresentou um novo programa de promoção do emprego jovem, denominado Inovar, destinado a jovens até aos 30 anos.

O Vice-Presidente do Governo salientou que este programa vem “colmatar uma lacuna”, que era a não existência de programas de estágio para quem não tem formação profissional ou licenciatura.

Nos programas em vigor, quem acaba a formação no ensino profissional tem acesso ao programa Estagiar T e quem termina uma licenciatura está abrangido pelo Estagiar L, mas não existia uma solução semelhante para quem não se enquadra nestas duas situações.

Com o Inovar, segundo Sérgio Ávila, passa a existir “uma possibilidade de estágio, com garantia de contratação de metade dos estagiários, para quem não fez ensino profissional ou uma licenciatura”.

O governante adiantou que as inscrições decorrem de 15 de abril a 10 de maio, “para que o trabalho se inicie a 1 de junho, num estágio de 11 meses, em empresas privadas e públicas, entidades sem fins lucrativos e na administração pública, em setores estratégicos”.

Podem candidatar-se jovens que estejam desempregados e sem receber subsídio de desemprego e com habilitações académicas até ao 12º ano, com a garantia de que, findo o estágio, as entidades são obrigadas a contratar, pelo menos, metade dos seus estagiários.

Fonte: GACS

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