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Regional

Respostas sociais especializadas são importante contributo para a qualidade de vida na Terceira Idade

GACS

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A Secretária Regional da Solidariedade Social afirmou, em Angra do Heroísmo, que “o Governo dos Açores entende o desenvolvimento de respostas sociais dirigidas aos idosos como uma estratégia para a melhoria da qualidade de vida de todos os cidadãos, permitindo o desenvolvimento de ações mais próximas das pessoas, em especial daquelas que se encontram em situação de dependência e das suas famílias.”

Segundo Andreia Cardoso, que visitou, esta quinta-feira, a nova Estrutura para Idosos das Cinco Ribeiras, em Angra do Heroísmo, “a contínua melhoria da rede de respostas sociais disponíveis não se atinge apenas por via do seu alargamento, mas, precisamente, pela especialização e pela adaptação dos cuidados prestados”, salientou a governante, destacando medidas recentemente anunciadas como o serviço de teleassistência, a formação de cuidadores formais e informais ou ainda a criação da comissão para a monitorização das políticas sociais na Região, além do já implementado serviço de apoio domiciliário.

O objetivo, reforça, é garantir que os “cuidados prestados aos nossos idosos beneficiários são os mais adequados à sua realidade e aos novos desafios que os tempos nos colocam.”

“Se entendermos a saúde e o bem-estar dos nossos idosos como a capacidade que estes têm de se adaptar e gerir o seu quotidiano à luz dos desafios físicos, emocionais e sociais que a vida lhes coloca então devemos considerar as respostas sociais como os meios que permitem a estas pessoas continuar a desenvolver atividades que sejam significativas para si e, possivelmente, contribuir para as vidas dos demais”, concluiu a secretária regional.

A valência visitada, investimento apoiado pelo Governo dos Açores em cerca de 2 milhões de euros, resulta da requalificação de um edifício do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora do Pilar das Cinco Ribeiras que permitiu a criação de uma nova resposta para idosos, com capacidade para 18 utentes, inaugurado há precisamente um ano.

Atualmente, a Região Autónoma dos Açores dispõe de 25 centros de dia e de noite, com capacidade de resposta para 550 utentes, nas ilhas de Pico, Faial, Santa Maria, São Jorge, São Miguel e Terceira.

“O Governo dos Açores entende que esta transformação no paradigma estrutural e organizacional do apoio ao idoso é altamente necessária”, frisa Andreia Cardoso, “sendo, para isso, imprescindível, a estreita colaboração com as instituições nossas parceiras e que constituem a linha da frente dos serviços prestados aos Açorianos.”

Regional

Revista de Imprensa Regional para esta quarta-feira, 15 agosto 2018

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Açoriano Oriental:

– “Orçamento Participativo com 154 propostas para os Açores”

– “Desporto: Lotação sobe para os 8 mil”

– “Governo investiga caso de criança que fugiu da creche”

Correio dos Açores

– “Exploração no Pópulo espera produzir este ano 20 toneladas de maracujá”

– “Festejando a Senhora das Ilhas: Quando o coração açoriano bate mais forte”

– “A partir de amanhã: Esperadas 20 mil pessoas no Festival da Povoação”

Diário dos Açores:

– “Estudo dos pilotos da Air Açores em análise há dois anos: 3 aviões Embraer baseados P. Delgada e operação potenciada para voos diários em todas as ‘gateways’”

– “Festival da Povoação arranca amanhã com Matay”

– “A partir de 01 de setembro: Casais vão poder escolher ser ou não herdeiros do parceiro”

Diário Insular:

– “Com dívidas e outros problemas por resolver: Adega dos Biscoitos com vida difícil”

– “Turismo desce em junho nos Açores – Menos visitantes e, sobretudo, menos estrangeiros”

– “’Startup’ Angra: Concurso premeia negócios na área do Turismo”

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Regional

Governo decreta serviços mínimos no transporte marítimo para Açores e Madeira

Agência Lusa

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Westfalen/Deutschland - Pixabay

O Governo decretou serviços mínimos para garantir o transporte marítimo para os Açores e para a Madeira durante a greve ao trabalho suplementar que decorre nos portos de 13 de agosto a 10 de setembro, foi hoje anunciado.

Segundo um comunicado da Administração do Porto de Lisboa (APL), os serviços mínimos “visam a satisfação de necessidades sociais impreteríveis, como seja o regular abastecimento das populações das regiões autónomas, em ordem a superar a descontinuidade geográfica dada a característica ultraperiférica dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, na defesa do interesse público”.

A greve de quatro semanas ao trabalho suplementar foi convocada pelo Sindicato dos Estivadores e da Atividade Logística (SEAL) e abrange o trabalho ao sábado, domingos e feriados, afetando particularmente o Porto de Lisboa, afirma a APL.

Durante a greve, os trabalhadores ficam obrigados à “operação de descarga e carga de um navio destinado a cada uma das regiões autónomas dos Açores e da Madeira, em cada sábado, sem interrupções”, lê-se no despacho sobre os serviços mínimos, assinado pela ministra do Mar, Ana Paula Vitorino.

Segundo o despacho, devem ser assegurados “os meios humanos necessários para cumprir os serviços mínimos definidos”, designados pelas associações sindicais ou pelo empregador, caso as primeiras não o façam nas 24 horas anteriores ao início da paralisação.

A greve foi convocada pelo SEAL contra a “crescente proliferação de práticas anti-sindicais nos diversos portos portugueses” que se revestem de “extrema gravidade” no Porto de Leixões e no Porto do Caniçal, segundo o sindicato.

A paralisação abrange os portos de Leixões, Figueira da Foz, Lisboa, Setúbal, Sines, Caniçal, Praia da Vitória e Ponta Delgada.

De acordo com o pré-aviso do sindicato, a greve incide sobre “todo o trabalho suplementar, ou seja, sobre todo o trabalho que ultrapasse o turno normal de trabalho ou um turno de trabalho diário, em dias úteis, e sobre todo o trabalho em sábados, domingos e feriados”.

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Governo dos Açores apela à união de esforços para a melhoria do rendimento de toda a fileira da carne

GACS

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Fotos: GaCS/SRAF

O Secretário Regional da Agricultura e Florestas afirmou que os números relativos ao abate de bovinos traduzem a procura que existe pela carne dos Açores, interna e externamente, apelando à união de esforços para se alcançar uma maior valorização e a melhoria do rendimento de toda a fileira.

“Nos primeiros sete meses do ano o número de abates na Região cresceu no global 12%, o consumo interno 4% e a exportação cerca de 20%, o que mostra que há procura pela carne dos Açores”, frisou João Ponte, que falava terça-feira à margem da inauguração do túnel de congelação e da câmara de manutenção de congelados da Cooperativa Verde Atlântico, nas Lajes do Pico.

O governante salientou que o Governo dos Açores, as cooperativas e os agricultores devem trabalhar no sentido de aperfeiçoar, de melhorar a organização, a promoção, o acabamento dos animais, a harmonização das carcaças, para que o setor da carne seja cada vez mais forte, proporcionando mais e melhor rendimento aos agentes desta fileira.

Relativamente aos novos equipamentos na sala de desmancha do Matadouro do Pico, que está concessionada à Cooperativa Verde Atlântico, João Ponte considerou que se trata de “um investimento extremamente importante”, pois permite à cooperativa encontrar novos mercados, que sejam capazes de valorizar mais a carne dos Açores e, deste modo, a Verde Atlântico terá condições para pagar melhor a carne aos produtores.

“É isso que justifica o apoio público que o Governo Regional deu a este investimento, que se insere na estratégia regional para o setor da carne, ou seja, alcançar uma maior valorização, encontrar novos mercados e avançar com a certificação dos matadouros e das salas de desmancha”, salientou João Ponte.

A instalação do túnel de congelação e da câmara de manutenção de congelados na sala de desmancha do Matadouro do Pico representou um investimento superior a 200 mil euros, obtendo uma comparticipação pública de 70%.

“Verificamos que o projeto da Verde Atlântico tem sucesso, apesar de ser um projeto de pequena dimensão, mas tem contribuído, por exemplo, para o crescimento do número de abates de carne com Identificação Geográfica Protegida (IGP)”, disse João Ponte, indicando que, “nos primeiros sete meses do ano, o abate de carne IGP cresceu 34% na Região, tendo 50% desses abates ocorrido na ilha do Pico”.

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