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Regional

Passageiros de navios de cruzeiro crescem 41% em seis meses nos Açores

Agência Lusa

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Foto: 105FM

O número de passageiros que chegou aos Açores a bordo dos navios de turismo aumentou de 80 para 112 mil no primeiro semestre deste ano, um crescimento de 41%, segundo a empresa pública Portos dos Açores.

As escalas dos navios registaram também um crescimento de 95 para 97 unidades, ou seja, de 2%, o que se justifica, segundo a nota de imprensa hoje divulgada, com a “atratividade do destino, o posicionamento nas rotas transatlânticas e a cada vez maior afirmação no corredor Atlântico”.

Por ilhas, é São Miguel que lidera o número de escalas de navios de turismo com 51 toques, bem como com mais passageiros (86 mil), seguindo-se a ilha Terceira com 14 mil passageiros e 14 escalas e, finalmente, o Faial com 18 escalas e 10,5 mil passageiros.

Segundo a Portos dos Açores, todas as ilhas açorianas, com destaque para São Jorge, receberam navios de turismo durante o primeiro semestre deste ano, tendo sido no mês de abril que os portos açorianos registaram o maior número de visitas, num total de 40, o que representa 41% do valor do semestre.

É o mercado britânico que continua a liderar as nacionalidades que mais visitaram os Açores no período em análise, com mais de 50% dos passageiros, sendo os Estados Unidos da América e Alemanha outros dos mercados emissores de referência.

Este ano, só no dia 23 de abril o porto de Ponta Delgada recebeu cinco navios de cruzeiro e quatro no dia seguinte, situação que resultou num “novo máximo de visitantes, nos Açores, em apenas 24 horas”.

“Estas dinâmicas possibilitaram que a região, em menos de quatro meses, tenha dado as boas vindas a mais de 100 mil passageiros, quando noutras épocas esta situação só se tinha verificado nos últimos meses dos respetivos anos”, refere a empresa pública.

A Portos dos Açores estima que, até ao final deste ano, se concretizem mais 47 escalas que devem movimentar mais de 90 mil visitantes, entre passageiros e tripulações.

Regional

Revista de Imprensa Regional para esta quarta-feira, 15 agosto 2018

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Açoriano Oriental:

– “Orçamento Participativo com 154 propostas para os Açores”

– “Desporto: Lotação sobe para os 8 mil”

– “Governo investiga caso de criança que fugiu da creche”

Correio dos Açores

– “Exploração no Pópulo espera produzir este ano 20 toneladas de maracujá”

– “Festejando a Senhora das Ilhas: Quando o coração açoriano bate mais forte”

– “A partir de amanhã: Esperadas 20 mil pessoas no Festival da Povoação”

Diário dos Açores:

– “Estudo dos pilotos da Air Açores em análise há dois anos: 3 aviões Embraer baseados P. Delgada e operação potenciada para voos diários em todas as ‘gateways’”

– “Festival da Povoação arranca amanhã com Matay”

– “A partir de 01 de setembro: Casais vão poder escolher ser ou não herdeiros do parceiro”

Diário Insular:

– “Com dívidas e outros problemas por resolver: Adega dos Biscoitos com vida difícil”

– “Turismo desce em junho nos Açores – Menos visitantes e, sobretudo, menos estrangeiros”

– “’Startup’ Angra: Concurso premeia negócios na área do Turismo”

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Regional

Governo decreta serviços mínimos no transporte marítimo para Açores e Madeira

Agência Lusa

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Westfalen/Deutschland - Pixabay

O Governo decretou serviços mínimos para garantir o transporte marítimo para os Açores e para a Madeira durante a greve ao trabalho suplementar que decorre nos portos de 13 de agosto a 10 de setembro, foi hoje anunciado.

Segundo um comunicado da Administração do Porto de Lisboa (APL), os serviços mínimos “visam a satisfação de necessidades sociais impreteríveis, como seja o regular abastecimento das populações das regiões autónomas, em ordem a superar a descontinuidade geográfica dada a característica ultraperiférica dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, na defesa do interesse público”.

A greve de quatro semanas ao trabalho suplementar foi convocada pelo Sindicato dos Estivadores e da Atividade Logística (SEAL) e abrange o trabalho ao sábado, domingos e feriados, afetando particularmente o Porto de Lisboa, afirma a APL.

Durante a greve, os trabalhadores ficam obrigados à “operação de descarga e carga de um navio destinado a cada uma das regiões autónomas dos Açores e da Madeira, em cada sábado, sem interrupções”, lê-se no despacho sobre os serviços mínimos, assinado pela ministra do Mar, Ana Paula Vitorino.

Segundo o despacho, devem ser assegurados “os meios humanos necessários para cumprir os serviços mínimos definidos”, designados pelas associações sindicais ou pelo empregador, caso as primeiras não o façam nas 24 horas anteriores ao início da paralisação.

A greve foi convocada pelo SEAL contra a “crescente proliferação de práticas anti-sindicais nos diversos portos portugueses” que se revestem de “extrema gravidade” no Porto de Leixões e no Porto do Caniçal, segundo o sindicato.

A paralisação abrange os portos de Leixões, Figueira da Foz, Lisboa, Setúbal, Sines, Caniçal, Praia da Vitória e Ponta Delgada.

De acordo com o pré-aviso do sindicato, a greve incide sobre “todo o trabalho suplementar, ou seja, sobre todo o trabalho que ultrapasse o turno normal de trabalho ou um turno de trabalho diário, em dias úteis, e sobre todo o trabalho em sábados, domingos e feriados”.

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Governo dos Açores apela à união de esforços para a melhoria do rendimento de toda a fileira da carne

GACS

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Fotos: GaCS/SRAF

O Secretário Regional da Agricultura e Florestas afirmou que os números relativos ao abate de bovinos traduzem a procura que existe pela carne dos Açores, interna e externamente, apelando à união de esforços para se alcançar uma maior valorização e a melhoria do rendimento de toda a fileira.

“Nos primeiros sete meses do ano o número de abates na Região cresceu no global 12%, o consumo interno 4% e a exportação cerca de 20%, o que mostra que há procura pela carne dos Açores”, frisou João Ponte, que falava terça-feira à margem da inauguração do túnel de congelação e da câmara de manutenção de congelados da Cooperativa Verde Atlântico, nas Lajes do Pico.

O governante salientou que o Governo dos Açores, as cooperativas e os agricultores devem trabalhar no sentido de aperfeiçoar, de melhorar a organização, a promoção, o acabamento dos animais, a harmonização das carcaças, para que o setor da carne seja cada vez mais forte, proporcionando mais e melhor rendimento aos agentes desta fileira.

Relativamente aos novos equipamentos na sala de desmancha do Matadouro do Pico, que está concessionada à Cooperativa Verde Atlântico, João Ponte considerou que se trata de “um investimento extremamente importante”, pois permite à cooperativa encontrar novos mercados, que sejam capazes de valorizar mais a carne dos Açores e, deste modo, a Verde Atlântico terá condições para pagar melhor a carne aos produtores.

“É isso que justifica o apoio público que o Governo Regional deu a este investimento, que se insere na estratégia regional para o setor da carne, ou seja, alcançar uma maior valorização, encontrar novos mercados e avançar com a certificação dos matadouros e das salas de desmancha”, salientou João Ponte.

A instalação do túnel de congelação e da câmara de manutenção de congelados na sala de desmancha do Matadouro do Pico representou um investimento superior a 200 mil euros, obtendo uma comparticipação pública de 70%.

“Verificamos que o projeto da Verde Atlântico tem sucesso, apesar de ser um projeto de pequena dimensão, mas tem contribuído, por exemplo, para o crescimento do número de abates de carne com Identificação Geográfica Protegida (IGP)”, disse João Ponte, indicando que, “nos primeiros sete meses do ano, o abate de carne IGP cresceu 34% na Região, tendo 50% desses abates ocorrido na ilha do Pico”.

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