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Nacional

Incêndios: Seis concelhos em risco máximo e subida da temperatura máxima

Agência Lusa

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Seis concelhos dos distritos de Santarém e Faro estão em risco máximo de incêndio, segundo o Instituto do Mar e da Atmosfera, que prevê para hoje vento forte no litoral oeste e nas terras altas e subida da temperatura máxima.

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), estão em risco máximo de incêndio os municípios de Vila Nova da Barquinha, no distrito de Santarém, e os concelhos de Alcoutim, Castro Marim, Tavira, São Brás de Alportel e Loulé, todos em Faro.

Já em risco elevado, o segundo muito elevado, estão cerca de 70 municípios dos distritos de Bragança, Vila Real, Porto, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Aveiro, Leiria, Santarém, Lisboa, Portalegre, Beja e Faro.

O IPMA coloca ainda em risco elevado outros cerca de 100 municípios de Norte a Sul do país, sobretudo no interior e no Alentejo, além da ilha de Porto Santo.

O risco de incêndio determinado pelo IPMA engloba cinco níveis, que podem variar entre o “reduzido” e o “máximo”.

O cálculo é feito com base nos valores observados às 13:00 em cada dia relativamente à temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

O IPMA prevê para hoje uma pequena subida da temperatura e vento norte mais intenso no litoral oeste e nas terras altas.

As temperaturas máximas vão chegar aos 34 graus celsius em Castelo Branco, Évora e Beja e as mínimas vão baixar até aos 12º (Guarda, Bragança, Guarda e Coimbra).

Nos Açores, o IPMA prevê céu geralmente pouco nublado e vento fraco, com os termómetros a chegarem aos 29º (Santa Cruz das Flores) e na Madeira o céu terá períodos de muita nebulosidade, com possibilidade de aguaceiros fracos nas vertentes norte e zonas montanhosas até meio da manhã, com as máximas a atingirem os 25º.

Nacional

Registos de Alojamento local aumentam de 14 mil para 77 mil em quatro anos

Agência Lusa

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O alojamento local em Portugal cresceu cinco vezes nos últimos quatro anos, aumentando de 14 mil registos em 2014 para mais de 77 de mil estabelecimentos este ano, segundo o Registo Nacional de Estabelecimentos de Alojamento Local (RNAL).

Até 15 de outubro deste ano, a plataforma ‘online’ RNAL, disponibilizada pelo Turismo de Portugal, contabilizava 77.053 registos de alojamento local, localizados maioritariamente nos distritos de Faro (29.703), Lisboa (20.512) e Porto (8.957).

Dos 77 mil estabelecimentos registados, 51.179 operam em modalidade de apartamento, 20.492 em moradias e 5.382 em estabelecimentos de hospedagem – ‘hostels’.

De acordo com os dados do RNAL, até 31 de dezembro de 2014 existiam 14.127 registos de alojamento local, valor que subiu para 24.343 até ao final de 2015, para 35.606 até ao final de 2016 e para 54.503 até ao final de 2017.

Assim, desde o início deste ano até 15 de outubro verificou-se 22.550 novos estabelecimentos de alojamento local, o maior aumento registado ao longo do período de ‘boom’ da atividade em Portugal, que permitiu subir para 77 mil o número total de registos existentes.

Por concelho, Lisboa é o que concentra mais espaços de alojamento local, com 15.881 registos, seguindo-se Porto (6.972), Albufeira (6.542), Loulé (4.477), Portimão (4.046) e Lagos (3.814).

Em 21 de outubro entra em vigor o diploma que permite às câmaras municipais e às assembleias de condóminos intervirem na autorização do alojamento local, permitindo a fixação de “áreas de contenção”.

“Com o objetivo de preservar a realidade social dos bairros e lugares, a câmara municipal territorialmente competente pode aprovar, por regulamento e com deliberação fundamentada, a existência de áreas de contenção, por freguesia, no todo ou em parte, para instalação de novo alojamento local, podendo impor limites relativos ao número de estabelecimentos de alojamento local nesse território, que podem ter em conta limites percentuais em proporção dos imóveis disponíveis para habitação”, segundo o diploma, que procede à segunda alteração ao regime de autorização de exploração de estabelecimentos de alojamento local.

Nas áreas de contenção a definir pelos municípios, que devem ser reavaliadas, no mínimo, de dois em dois anos, “o mesmo proprietário apenas pode explorar um máximo de sete estabelecimentos de alojamento local”, critério que apenas se aplica aos estabelecimentos que se instalem após a entrada em vigor da lei.

Até à entrada em vigor do regulamento municipal, a câmara municipal pode “suspender, por um máximo de um ano, a autorização de novos registos em áreas especificamente delimitadas”.

Neste âmbito, a Câmara Municipal de Lisboa anunciou já que vai suspender novos registos de alojamento local nos bairros de Madragoa, Castelo, Alfama, Mouraria e Bairro Alto.

Além da intervenção dos municípios na regulação do alojamento local, “não pode haver lugar à instalação e exploração de ‘hostels’ em edifícios em propriedade horizontal nos prédios em que coexista habitação sem autorização dos condóminos para o efeito”.

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Nacional

Três detidos no Algarve por alegada violação de mulher – PJ

Agência Lusa

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A Polícia Judiciária deteve três homens suspeitos de se fazerem passar por pessoas próximas de uma mulher e aproveitarem o seu estado de embriaguez para a violarem, no caminho entre Faro e Olhão, informou hoje aquela polícia.

Em comunicado, a PJ adianta que o caso começou a ser investigado após a apresentação de uma queixa por alegada violação, na madrugada de 09 de outubro, tendo os três homens sido depois detidos na passada segunda-feira.

Segundo a PJ, a mulher, de 28 anos, foi abordada em Olhão “por três homens estrangeiros que, arrogando-se amigos de pessoa das relações da vítima a persuadiram a acompanhá-los a estabelecimentos de diversão noturna” em Faro.

“Finda a noite de diversão e no trajeto de regresso à cidade de Olhão os suspeitos, aproveitando-se do estado de embriaguez da vítima para o qual contribuíram, constrangeram-na à prática de cópula”, lê-se no comunicado.

Depois de terem sido presentes a primeiro interrogatório judicial, os suspeitos, com idades entre os 20 e os 30 anos de idade, ficaram obrigados a apresentações bissemanais no posto policial da área de residência ou trabalho e proibidos de contacto com a vítima.

Estão ainda proibidos de se ausentarem para o estrangeiro, com apreensão dos respetivos passaportes, bem como proibidos de adquirirem armas ou outros objetos suscetíveis de serem usados na prática de crimes.

Não podem, igualmente, ausentar-se da freguesia de domicílio ou trabalho.

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Nacional

GNR deteve 280 pessoas em flagrante delito na última semana

Agência Lusa

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A GNR deteve, nos últimos sete dias, 280 pessoas em flagrante delito, incluindo 91 por condução sob o efeito do álcool, seis por caça ilegal, dois por violência doméstica e um por incêndio, informou hoje a força de segurança.

Das detenções efetuadas, a nível nacional, no âmbito de ações de prevenção e combate à criminalidade violenta e de fiscalização rodoviária, constam 62 por condução sem habilitação legal, 24 por tráfico de droga, 12 por furtos, cinco por posse de arma proibida e quatro por permanência ilegal em Portugal.

Quanto a apreensões, a GNR contabilizou, em igual período, 7,5 quilos de folha de canábis, 2.112 doses de haxixe, 101 doses de cocaína, 51 doses de heroína, 24 doses de liamba, 11 plantas de canábis, 80 detonadores não elétricos, 12 armas de fogo, 14 armas brancas,74 munições, sete veículos e 2.004 artigos contrafeitos.

Na lista de apreensões estão ainda 22.400 cigarros contrafeitos, seis máquinas de jogo ilegal, 1,7 toneladas de polvo e meia tonelada de bivalves.

Em matéria de trânsito, a GNR detetou 7.907 infrações, 2.615 por excesso de velocidade, 442 por falta de inspeção periódica obrigatória, 346 relacionadas com tacógrafos, 292 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução e 270 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização.

Foram ainda detetadas 270 infrações por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças, 192 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei e 162 por falta de seguro de responsabilidade civil.

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