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Nacional

Incêndios: Chamas dominadas uma semana depois em Monchique

Agência Lusa

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Foto: Agência Lusa

O incêndio que lavra há uma semana em Monchique (Algarve) está dominado desde as 08:30, segundo a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

O fogo, que está ainda a ser combatido por 1.371 operacionais, apoiados por 442 viaturas e dois meios aéreos, já destruiu cerca de 27.000 hectares, segundo os dados mais recentes disponibilizados pelo Sistema Europeu de Informação de Incêndios Florestais (EFFIS), tornando-o no maior este ano em Portugal.

Este ano, o maior incêndio, em termos de área ardida, que se tinha verificado em Portugal era o que deflagrou em fevereiro na Guarda, onde arderam 86 hectares.

Segundo os dados do EFFIS, as chamas em Monchique já destruíram 26.957 hectares, mais de metade dos 41 mil que arderam na mesma região em 2003, nos concelhos de Monchique, Portimão, Aljezur e Lagos.

As chamas desde incêndio, que deflagrou na localidade de Perna Negra, já provocaram 39 feridos, um deles em estado grave, obrigaram a evacuar diversos aglomerados populacionais e uma unidade hoteleira.

No ano passado, as chamas destruíram mais de 440 mil hectares, o pior ano de sempre em Portugal, segundo dados do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

Quanto aos maiores incêndios em termos de área ardida ocorridos no ano passado, no topo da lista aparece o que teve origem no dia 15 de outubro, em Seia/Sandomil, no distrito da Guarda, que destruiu 43.191 hectares.

Nacional

Hotelaria aumenta 9% em junho o preço médio por quarto

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A hotelaria portuguesa registou em junho um aumento de 9% do preço médio por quarto ocupado, para 101 euros, mas um recuo de 0,7 pontos percentuais da taxa de ocupação quarto, para 81%, divulgou hoje a associação setorial.

Segundo o indicador mensal ‘Tourism Monitors’ da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), em junho, Lisboa foi o destino que registou uma melhor performance no preço médio por quarto ocupado (ARR), que se fixou nos 124 euros, seguido do Algarve e Estoril/Sintra (108 euros).

No mês em análise, o preço médio por quarto disponível (RevPAR) aumentou 9%, para os 82 euros, destacando-se, em termos relativos, o crescimento de 24% da Costa Azul, seguida do Alentejo e das Beiras, com 18%.

Por destinos turísticos, Lisboa (91%), Madeira (89%) e Grande Porto (85%) registaram as taxas de ocupação quarto mais elevadas, tendo as categorias quatro e três estrelas voltado a registar, pelo segundo mês consecutivo, uma quebra de 1,1 e de 2,6 pontos percentuais.

No entanto, a categoria três estrelas foi a que registou um maior crescimento no ARR e RevPAR, de 17% e 13%, respetivamente.

“Tivemos um junho atípico, bastante chuvoso e frio, o que pode justificar a quebra da taxa de ocupação na maioria dos destinos. Dos 14 destinos analisados pelo ‘Hotel Monitor’, apenas as Beiras, Costa Azul, Alentejo e Lisboa apresentaram variações positivas no mês de junho”, refere a presidente executiva da AHP, citada num comunicado.

Apesar deste decréscimo, Cristina Siza Vieira destaca que o setor fechou o mês “muito bons indicadores”, tendo-se mantido “a rota ascendente no ARR e no RevPAR.

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Nacional

Trabalhadores de hipers e supermercados em greve a 12 de setembro

Agência Lusa

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FOTO: PIXABAY

Os trabalhadores dos hipermercados, supermercados e outros estabelecimentos da grande distribuição vão fazer greve em 12 de setembro, segundo informação da CGTP, com base nas informações do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP).

Na informação publicada hoje, os trabalhadores vão paralisar durante todo o dia de 12 de setembro para reivindicar a “revisão do contrato coletivo de trabalho sem redução do valor pago pelo trabalho suplementar”.

Na lista de reivindicações está ainda o “aumento dos salários de todos os trabalhadores e o fim da tabela B e a equiparação da carreira profissional dos operadores de armazém à carreira dos operadores de loja/supermercado”.

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Nacional

Menos turistas estrangeiros reduzem dormidas nos hotéis em 2,9% em junho

Agência Lusa

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As dormidas na hotelaria diminuíram 2,9% em junho em termos homólogos, devido sobretudo aos turistas estrangeiros que pernoitaram menos 5,1% nos hotéis portugueses nesse mês, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Em junho, os estabelecimentos hoteleiros e similares registaram 2,1 milhões de hóspedes (um valor semelhante ao do mesmo mês de 2017) e 5,8 milhões de dormidas, o que representa uma diminuição de 2,9% em termos homólogos.

Segundo o INE, esta quebra foi condicionada pela diminuição de 5,1% dos não residentes (4,2 milhões de dormidas) que pernoitaram na hotelaria portuguesa, enquanto as dormidas dos turistas nacionais aumentaram 3,4% (1,6 milhões).

Em termos semestrais, os hóspedes aumentaram 2,6% e as dormidas 0,5% (com os residentes a crescerem 3,9% e os não residentes a caírem 0,7%).

A estada média, que foi de 2,8 noites, reduziu-se 2,9%, sendo que a quebra também foi superior no caso dos turistas não residentes (3,1%) do que nos residentes (0,2%).

Também a taxa líquida de ocupação-cama (que foi de 59,8%) recuou 2,2 pontos percentuais face ao mesmo mês de 2017.

As dormidas em hotéis (68,8% do total) diminuíram 0,9%, e as restantes tipologias também apresentam quedas homólogas, com destaque para os aldeamentos turísticos (7,6%) e para os apartamentos turísticos (4,8%).

Segundo o INE, o mercado britânico (24,4% do total das dormidas de não residentes) recuou 9,8%, o mercado alemão (12,9% do total) reduziu-se de 10,5% e o francês (9,9% do total) desceu 2,6% em junho.

“O mercado espanhol (7,5% do total) aumentou 1,5% e foi, entre os cinco principais mercados emissores, o único que apresentou crescimento em junho”, sublinha o INE.

As dormidas apresentaram evoluções díspares entre regiões, sendo que, em junho, o Norte e o Alentejo “foram as únicas regiões que registaram acréscimos nas dormidas (3,1% e 2,4%, respetivamente)”.

Os maiores decréscimos nas dormidas verificaram-se no Centro (7,9%) e nos Açores

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