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Grécia: Taxa de desemprego cai para 19,5% em maio

Agência Lusa

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A taxa de desemprego na Grécia caiu para 19,5% em maio, menos meio ponto percentual face a abril e menos 2,2 pontos face ao mesmo mês de 2017, foi hoje anunciado.

Segundo dados corrigidos de variações sazonais publicados hoje pela agência de estatística grega Elstat, em termos absolutos, o número de desempregados em maio atingiu 924.941, menos 18.029 pessoas do que em abril e menos 113.718 pessoas do que no mesmo mês de 2017.

O número de empregados subiu para 3.824.393, mais 48.884 face a abril e 70.052 pessoas face a maio do ano passado.

O número de pessoas inativas – que nem trabalha nem está a procurar ativamente emprego – atingiu 3.230.269, menos 34.293 pessoas do que em abril e um ligeiro aumento de 7.263 face a maio de 2017.

Por sexos, a taxa de desemprego continuou a ser muito mais alta entre as mulheres (24,1%) do que entre os homens (15,8%).

O desemprego jovem manteve-se muito elevado ao atingir 39,7% das pessoas entre 15 e 24 anos, apesar de ter caído mais de quatro pontos percentuais face a maio de 2017.

A outra faixa etária mais atingida é a de entre os 25 e os 34 anos, com o desemprego a atingir 24%, mas menos três pontos percentuais do que no mesmo mês do ano passado.

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Génova: Governo italiano quer revogar concessão de gestora do viaduto que caiu

Agência Lusa

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O Governo italiano decidiu hoje iniciar “o procedimento para a revogação da concessão à empresa Autostrade per l’Italia”, responsável pela manutenção do viaduto que colapsou na terça-feira, em Génova, e que já afirmou ter cumprido as normas de segurança.

A informação foi avançada hoje pelo primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, numa conferência de imprensa no final de uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros, realizada em Génova, para avaliar o acidente, que matou 39 pessoas.

O chefe do Governo avançou que o executivo, “no momento de atribuir novas concessões, será muito mais rigoroso na avaliação das cláusulas” para evitar que desastres como o de Génova se repitam no futuro.

A decisão do executivo italiano surgiu depois de a empresa ter indicado que estava a trabalhar na melhoria do pavimento do viaduto, embora tenha assegurado que a operação estava a ser supervisionada e que a ponte tinha sido sujeita a todos os controlos periódicos pertinentes.

O ministro das Infraestruturas, Danilo Toninelli, pediu hoje a demissão dos diretores da companhia, enquanto o ministro do Interior, Matteo Salvini, afirmou que os responsáveis assumirão as suas responsabilidades.

Na reunião de hoje, o executivo italiano também declarou o “estado de emergência” por 12 meses em Génova e anunciou a atribuição de um primeiro apoio de cinco milhões de euros.

O balanço mais recente das autoridades italianas dá conta de 39 mortos e 16 feridos.

De acordo com a delegação do Governo em Génova, 37 das vítimas mortais estão já identificadas, enquanto estão a ser realizados exames de ADN a outros dois mortos.

Dos 16 feridos, 12 continuam em estado grave.

O acidente ocorreu na terça-feira, cerca das 12:00 horas locais (11:00 em Lisboa), quando caiu um troço de cerca de 100 metros da ponte Morandi, que tem um quilómetro de longitude e uma altura de 90 metros, soterrando vários veículos.

As equipas de socorro continuam no local e procuram retirar os escombros o mais depressa possível, um trabalho complicado que se prolongará durante os próximos dias, indicou a Cruz Vermelha, em comunicado.

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Génova: Papa lamenta drama e envia solidariedade às vítimas

Agência Lusa

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O papa Francisco lamentou hoje “o evento dramático” da queda de uma ponte na terça-feira em Génova, que fez pelo menos 38 mortos e 16 feridos, e enviou a sua solidariedade às vítimas e familiares.

“Encomendo à misericórdia de Deus as pessoas que perderam a vida e expresso a minha proximidade espiritual para com as famílias, os feridos, os deslocados e todos os que sofrem por este evento dramático”, disse o papa após a oração do Angelus.

“Convido-os a unirem-se em mim em oração pelas vítimas e pelos seus entes queridos”, acrescentou.

Na terça-feira, cerca das 12:00 locais, um troço de cerca de 100 metros da ponte Morandi, em Génova (norte de Itália), ruiu, fazendo com que dezenas de veículos caíssem de uma altura de 90 metros.

O balanço provisório da delegação do Governo em Génova é de 37 mortos, entre os quais três crianças de 8, 12 e 13 anos, e 16 feridos, 12 deles em estado grave.

Este balanço foi atualizado horas depois pelo ministro do Interior italiano, Matteo Salvini, que referiu 38 mortos e vários desaparecidos.

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Génova: Governo italiano declarou “estado de emergência” por 12 meses

Agência Lusa

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O Governo italiano declarou hoje o “estado de emergência” por 12 meses em Génova, onde na terça-feira a queda de um viaduto matou pelo menos 39 pessoas, e vai prestar um primeiro apoio de cinco milhões de euros.

“Nós ouvimos o pedido do presidente da região e decretámos o estado de emergência por 12 meses”, declarou o primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, à imprensa, no final de uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros, que decorreu em Génova (noroeste de Itália).

O Governo italiano também desbloqueou uma verba de cinco milhões de euros do fundo de emergência nacional, adiantou o chefe do executivo italiano.

“Este é um primeiro passo do Governo face a esta tragédia”, comentou Conte.

O executivo vai também declarar um dia de luto nacional, mas o primeiro-ministro referiu que o dia está ainda por determinar, já que o objetivo é que coincida com os funerais das vítimas.

O balanço mais recente das autoridades italianas dá conta de 39 mortos e 16 feridos.

De acordo com a delegação do Governo em Génova, 37 das vítimas mortais estão já identificadas, enquanto estão a ser realizados exames de ADN a outros dois mortos.

Dos 16 feridos, 12 continuam em estado grave.

O acidente ocorreu na terça-feira, cerca das 12:00 horas locais (11:00 em Lisboa), quando caiu um troço de cerca de 100 metros da ponte Morandi, que tem um quilómetro de longitude e uma altura de 90 metros, soterrando vários veículos.

As equipas de socorro continuam no local e procuram retirar os escombros o mais depressa possível, um trabalho complicado que se prolongará durante os próximos dias, indicou a Cruz Vermelha, em comunicado.

O ministro das Infraestruturas, Danilo Toninelli, exigiu a demissão da direção da empresa Autostrade per l’Italia, filial da Atlantia e responsável pela gestão da ponte, enquanto a concessionária assegurou que o viaduto estava sujeito a controlos periódicos, sujeitos às normas do país.

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