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Nacional

Revista de Imprensa Nacional, 19 Julho 2018

Agência Lusa

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Visão:

– “Esquemas suspeitos na reconstrução de Pedrógão”

– “Futebol: O segredo do ‘fenómeno’ Mbappé”

Sábado:

– “O assalto à PT: Saiba como eles destruíram a maior empresa portuguesa”

– “Parlamento foi de férias sem nada mudar: Todas as regalias – e os abusos – dos deputados nas contas e nos salários”

Correio da Manhã:

– “Estado avalia pureza da droga em festival”

– “Resgatados na Tailândia: Crianças contam milagre da gruta”

– “Crime no Porto: Zanga entre amigos acaba em morte”

– “Nova lei em vigor: Poupança na casa com juros negativos”

– “Sporting chumba Bruno e Vieira”

– “Benfica ataca Gabriel e Renato Sanches”

– “FC Porto: Conceição desespera por defesas-centrais”

– “Estádio de Braga: Arquiteto encaixa mais de sete milhões”

– “Hells Angels: Motards impedidos de ir a concentrações”

– “Eça de Queiroz: Escolas livres para escolher qualquer obra”

– “PSD dá a mão ao Governo e deixa aprovar nova lei laboral contra a esquerda”

– “Sócios de investidor inglês: Donos de restaurantes ganham Comporta”

Jornal i:

– “Contas no vermelho: Turismo não chega para as despesas”

– “Portugueses procuram cada vez mais hotéis para animais de estimação”

– “Movimento pela esterilização [dos animais] ‘chocado’ com deputados”

– “Os Maias já não são obrigatórios… há 16 anos”

– “PS sozinho no código laboral: PSD absteve-se, PCP e Bloco votaram contra”

– “Google: Multa milionária de Bruxelas é apenas o início do castigo”

– “Espanha gastou milhões em submarino que não cabe na doca”

– “Estamos mais perto de saber para que servem as riscas das zebras”

– “Liverpool: Alisson é o guarda-redes mais caro de sempre”

Negócios:

– “Há marcas que escapam ao aumento do imposto automóvel”

– “Bancos têm 10 dias para rever juros do crédito”

– “Obrigações: Ninguém aplicou mais de 20 mil euros nas OTRV”

– “Raize sobe 19% na estreia em bolsa”

– “Via CTT: Fisco não suspendeu todas as cobranças”

Jornal de Notícias:

– “Ambulâncias paradas por falta de técnicos do INEM”

– “Cinco mil motards na mira das polícias europeias”

– “Paixão não correspondida na origem de homicídio à facada na baixa portuense”

– “Vila Verde: Detido para cumprir pena de violência doméstica”

– “Parcómetros: Erro impede cobrança de multas na invicta”

– “Tailândia: Rapazes recuperados e de regresso a casa”

– “F.C Porto: Conceição crítico e à espera de novos reforços na defesa”

– “Sporting: Bruno impedido de ser candidato”

– “Parapentes invadem céus de Montalegre”

– “Entrevista [Nuno Botelho, presidente da ACP]: ‘Quem está em Lisboa tem muita dificuldade em ouvir’”

– “Infarmed: Instalação no Porto não ameaça saúde pública”

Público:

– “Abate de animais pelas câmaras vai mesmo acabar em outubro”

– “Entrevista a Maria José Morgado: ‘No país, perdeu o sentido ser-se de direita ou de esquerda. Tem mais sentido ser-se honesto’”

– “Agressão racial no Porto vale processo contra dois polícias”

– “AR: O dia em que a ‘geringonça’ deu lugar ao bloco central”

– “Saúde quer reduzir ainda mais o açúcar nos pacotes”

– “Passe social único na região de Lisboa custa 65 milhões [de euros]”

– “Festivais: A música de volta a Sines e ao Super Bock Super Rock”

– “Médio Oriente: Orbán visita Netanyahu: Radicais europeus e Israel”

– “Jogos Sociais: SIC condenada a pagar 7.500 euros por se ter enganado na chave do euromilhões”

O Jogo:

– “Craques em cima da mesa: Sérgio Conceição pede a Pinto da Costa reforços que façam a diferença”

– “FC Porto: Kelechi começa pelos bês”

– “Sporting: Dost volta e assina até 2021”

– “Benfica: Braço de ferro por Gabriel”

– “Braga-Bétis (1-1): Paulinho e polémica”

– “Aves-V. Guimarães (2-2): Avenses testam contra-ataque”

A Bola:

– “Campeão azedou: Falta de reforços no FC Porto deixa Sérgio Conceição cada vez mais zangado”

– “SC Braga: Empate com o Bétis e três expulsões”

– “Sporting: proposta a Tissone”

– “Sporting: ‘Vou sair de cabeça erguida’, Sousa Cintra não apoia qualquer candidato”

– “Por dentro de uma palestra de Jorge Jesus”

– “Bielorrúsia: O estranho novo passo na carreira de Maradona”

Record:

– “’Tomara que dê certo’, Gabriel médio do Leganés confirma negociações com o Benfica”

– “Bas Dost volta: Empresário hoje em Lisboa para concluir acordo”

– “FC Porto: Dois reforços para Sérgio Conceição”

– “Francisco J. Marques arguido por divulgar mails: ‘É verdade, mas não estou preocupado’”

– “Betis-SP Braga (1-1): Minhotos acabam com oito”

– “Hóquei em patins. Portugal-Áustria (15-1): Nova goleada dá liderança do grupo”

– “Sousa Cintra: ‘Estamos a formar uma equipa poderosíssima’”

– “Bruno de Carvalho impedido de entregar lista: ‘Têm um medo enorme que eu vá a eleições’”

– “Elsa Judas: ‘Sinto-me traída e enganada por BdC”

Nacional

Catarina Martins lamenta que Governo não tenha ido mais longe no salário mínimo

Agência Lusa

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A coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, lamentou hoje que o Governo não tenha ido mais longe no salário mínimo nacional, ficando nos 600 euros, o “mínimo a que foi obrigado”.

Num debate em Leiria para apresentar as propostas do Bloco e debater o Orçamento do Estado para 2019, Catarina Martins recordou que quando fizeram o “acordo com o PS em 2015” obrigaram “a que fosse inscrito no acordo que o salário mínimo nacional tinha de chegar aos 600 euros nesta legislatura”.

“Na altura diziam-nos que subir o salário mínimo ia destruir emprego. Há uma coisa que já se percebeu: se tivéssemos ficado no que a Concertação Social permitisse, não tínhamos aumentado até agora. O PS nunca utilizou o crescimento económico para ir mais longe na defesa das pessoas. Tudo o que fez foi sempre os mínimos a que foi obrigado pelos acordos que assinámos em 2015”, sublinhou.

O ministro do Trabalho, Vieira da Silva, disse hoje que o Governo, liderado pelo socialista António Costa, “cumpriu o seu programa” ao elevar o salário mínimo para 600 euros em 2019, justificando que não foi mais longe por falta de consenso entre as confederações patronais e sindicais

Respondendo à pergunta onde se vai buscar dinheiro para aumentar salários, pensões e para os serviços públicos, Catarina Martins explicou que “o que é importante que se perceba é que o crescimento da economia em Portugal deve muito à procura interna”.

“O que mais se fez nestes anos foi dar procura interna, ou seja, se melhorarmos os rendimentos de quem ganha menos, ainda que ligeiramente – as pessoas não foram pôr o dinheiro nas ‘offshores’, foram comprar as coisas de que precisavam – isso faz crescer a economia”, acrescentou, reforçando que o “crescimento da economia assenta na procura interna”.

Sobre o OE2019, declarou que o documento “mantém a recuperação de rendimentos, mas é um Orçamento que mantém também as limitações”.

“Não deixa de ser estranho ver a direita a defender que precisa de mais investimento nos serviços públicos, mas, ao mesmo tempo, estar na Europa com quem quer sanções ao nosso país se os limites do défice não forem cumpridos. É muito estranho ver a direita dizer que os salários não estão a recuperar como devem, mas ao mesmo tempo a impedir a alteração da legislação laboral que verdadeiramente melhore a vida das pessoas”, disse ainda.

Para Catarina Martins, “a visão que fica depois deste tempo é que, verdadeiramente, se a esquerda impôs alterações para melhorar a vida das pessoas, a direita foi sempre a muleta do Governo do PS, quando o Governo do PS não quer alterar a legislação laboral” ou “quando não tem coragem para ir contra as rendas de privilégio das elétricas ou quando não quer fazer investimento público”.

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Trabalhadores dos hospitais EPE iniciam greve a trabalho extraordinário

Agência Lusa

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Os trabalhadores dos hospitais considerados Entidade Pública Empresarial (EPE) começam hoje uma greve ao trabalho extraordinário por considerarem que não estão a ser cumpridos os limites legais para o trabalho suplementar.

Convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores Da Administração Pública (Sintap), que integra a Federação de Sindicatos da Administração Pública (FESAP), a greve abrange todos os assistentes técnicos, assistentes operacionais, técnicos superiores, técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica e técnicos superiores de saúde e de farmácia destes hospitais.

A paralisação está marcada até 30 de abril de 2019.

De acordo com o sindicato, passaram quase seis meses desde que foram assinados os Acordos Coletivos de Trabalho para equiparar o regime laboral dos trabalhadores com contrato individual dos hospitais EPE ao dos que têm contrato em funções públicas.

Acordo que, segundo o Sintap, ainda não foi cumprido, sobretudo por falta de pessoal em todos os serviços do setor da saúde.

O sindicato refere considerar “especialmente graves e preocupantes” os casos de trabalhadores que sofreram redução salarial quando passaram a ter horários de 35 horas semanais, mas a quem não foi atualizado o salário como se tivessem sido contratados inicialmente como funcionários públicos.

Além disso, refere o Sintap, há trabalhadores “com centenas de horas de crédito por trabalho prestado, não pago, sem que se vislumbre a hipótese de lhes ser dada qualquer compensação”.

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Nacional

Maioria dos portugueses que emigraram entre 2010 e 2015 regressou a Portugal

Agência Lusa

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Dos 500 mil portugueses que emigraram durante a crise, entre 2010 e 2015, 350 mil terão regressado a Portugal e outros querem regressar, estimou hoje, na Lourinhã, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.

“Olhando para os números das saídas e dos regressos de 2016 e 2017, dos cerca de 500 mil portugueses que saíram entre 2010 e 2015, poderíamos apontar para um regresso ao país de 350 mil”, afirmou à agência Lusa José Luís Carneiro.

Acrescentou que 60% dos portugueses que saíram do país “voltaram em períodos inferiores a um ano”, adiantou, defendendo que “são cada vez mais os portugueses que querem regressar à sua terra de origem”.

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas falava à margem da cerimónia de assinatura de um acordo para a criação de um Gabinete de Apoio ao Emigrante, entre a Direção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas e o Município da Lourinhã, no distrito de Lisboa.

Por comparação aos 80 mil que saíam todos os anos em média, o governante estimou uma quebra nas saídas de 20 mil portugueses, de acordo com estatísticas divulgadas este ano, e de 10 mil em 2017, por comparação a 2016.

Tendo em conta o regresso regular dos emigrantes aos países de origem, o Governo tem vindo a adotar medidas nesse sentido, como a criação dos Gabinetes de Apoio ao Emigrante, o ensino do português à distância, o registo do viajante para dar proteção consular aos cidadãos que estão em mobilidade e a modernização dos serviços consulares preparando-os para sociedade da digitalização.

No orçamento de Estado para 2019, o Governo tem previsto medidas fiscais e está a preparar um “plano mais vasto” para apoiar os emigrantes portugueses que queiram regressar”.

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