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Cultura / Eventos

Férias de verão com o Museu Carlos Machado nas Sete Cidades

GACS

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A Direção Regional da Cultura, através do Museu Carlos Machado, promove sexta-feira, 20 de julho, das 9h00 às 16h30, na EB1/JI Padre José Cabral Lindo, nas Sete Cidades, em São Miguel, a realização de ‘Um dia de férias de verão com o Museu’, tendo como tema “Museu de Território – à descoberta da nossa terra”.

Trata-se de uma atividade organizada pela equipa do Património Cultural Imaterial do Museu, que contará com a presença de cerca de 40 crianças e jovens dos Centros de Atividades de Tempos Livres dos Fenais da Luz e das Sete Cidades, com idades compreendidas entre os 6 os 12 anos.

Esta iniciativa insere-se no âmbito do “Museu de Território”, um projeto de intervenção junto das comunidades da ilha de São Miguel, cujo principal objetivo é valorizar e divulgar o património natural e cultural, a maior riqueza das comunidades, como ferramenta ao serviço do desenvolvimento sustentável.

Uma vez que este projeto já ganhou expressão nas freguesias das Sete Cidades e dos Fenais da Luz, com os projetos “Sete Cidades – Para Além da Paisagem” e “Fenais da Luz – Comunidade em Foco”, o programa desta iniciativa inclui várias atividades centradas na valorização e na divulgação do património de ambas as freguesias, entre as quais uma visita ao Centro Experimental de Agricultura Biológica dos Serviços de Desenvolvimento Agrário de São Miguel, além de outras iniciativas promotoras de aprendizagens através da experimentação empática com o património local.

Com a concretização deste intercâmbio pedagógico pretende-se promover a aprendizagem mútua através da troca de saberes e da partilha de vivências para um melhor conhecimento e fruição do nosso território.

A Direção Regional da Cultura informa que este e outros eventos estão disponíveis para consulta na Agenda Cultural do Portal CulturAçores, no endereço eletrónico www.culturacores.azores.gov.pt.

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Cultura / Eventos

Canárias e Finlândia investem no Festival Cordas na ilha do Pico, Açores

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Maija Kauhanen estreia em Portugal no Festival Cordas com o instrumento finlandês, o kantele

A terceira edição do Festival Cordas, músicas do mundo, recebe apoio internacional. Investimento das Canárias e da Finlândia programam duas noites de música no Auditório da Madalena.

A abertura do festival dá as boas vindas ao regresso de Beselch Rodriguez e Marco del Castillo, que participaram na primeira edição do festival. Desta vez, os músicos das Canárias vêm acompanhados por Germán López que vem reforçar a presença do Timple, o instrumento típico originário do arquipélago espanhol. Maija Kauhanen estreia em Portugal apresentando um típico e antigo instrumento de cordas do folclore finlandês, o Kantele, para o concerto de sábado à noite. Maija foi um dos sucessos musicais do Womex 2017, a maior feira de músicas do mundo.

O encerramento desta terceira edição é dedicado aos músicos dos Açores, que desde já estão todos convidados para o convívio, domingo à tarde, na MiratecArts Galeria Costa. O concerto final será no Auditório da Madalena e abraça as Violas dos Açores, um programa da Associação de Juventude Violas da Terra, liderado pelo mestre Rafael Carvalho. A viola de arame dos Açores, Viola da Terra, continua a ser o destaque e razão da criação deste festival que já ocupa lugar nas listas de festivais de músicas do mundo.

Com eventos marcados em localidades como o “Santuário dos Dragoeiros”, no Museu do Vinho, e ainda apresentações no “centro da terra” na Gruta das Torres, o Festival Cordas recebeu nomeações para Melhor Pequeno Festival, Melhor Programação e ainda Melhor Promoção Turística nos Prémios Ibéricos 2018, depois de ter conseguido ficar na lista dos TOP10 Melhores Novos Festivais na edição anterior.

O Festival Cordas é um projeto da associação MiratecArts e acontece de 12 a 16 de setembro, na ilha do Pico, Açores, com vários parceiros e apoio da Direção Regional do Turismo. Marta Guerreiro, Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo do Governo dos Açores, diz que “não se trata apenas de receber o mundo, mas de fazer dos Açores o centro do mundo, neste caso particular, a partir da ilha montanha e através da Miratecarts.” Para o programa que inclui 14 eventos musicais, eventos paralelos que visitam as escolas locais e ainda artista em residência, visite www.festivalcordas.com

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Cultura / Eventos

Primeira mostra do projeto “Geometria Sónica” inaugurada sábado na Ribeira Grande

Agência Lusa

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O Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, na Ribeira Grande, inaugura no sábado o primeiro ciclo expositivo do projeto “Geometria Sónica”, apresentando trabalhos resultantes de residências artísticas nos Açores e com recurso ao arquivo da RTP.

Com a curadoria de Nuno Faria e Nicolau Tudela, o primeiro de três ciclos arranca no sábado e integra trabalhos das duplas de artistas Manon Harrois/Sara Bichão e Laetitia Morais/Francisco Janes.

À agência Lusa, Nuno Faria sublinhou que boa parte das obras a apresentar resulta muito “da obra do acaso, do acaso dos encontros feitos em residência” na Ribeira Grande, na ilha açoriana de São Miguel.

Vários trabalhos funcionam como uma “metamorfose” do arquivo da RTP, “um dos grandes arquivos sonoros e visuais do século XX de Portugal”, prosseguiu Nuno Faria, ladeado pelo diretor de arte do canal público e também curador do projeto, Nicolau Tudela.

“Há uma camada sempre presente, a do arquivo da RTP. Alguns desses materiais são incorporados de forma explícita e outros menos”, sublinha Nuno Faria.

O projeto “Geometria Sónica” arrancou em maio com uma exposição e a partir daí arrancaram as residências artísticas que têm no primeiro ciclo expositivo a inaugurar no sábado a sua primeira apresentação pública.

Cada dupla de artistas é convidada a permanecer cerca de 15 dias nos Açores, para desenvolver os seus projetos que passam pela investigação, criação e produção de novas obras.

No final, haverá um “trabalho coletivo, seguramente”, que marcará os três ciclos expositivos e a passagem de todos os artistas pelos Açores, não estando ainda fechado o formato desse trabalho, admitiu Nicolau Tudela.

O projeto “Geometria Sónica” integra as comemorações do terceiro ano de vida do Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas.

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Cultura / Eventos

Açoriana Sara Cruz lança segundo disco através da Internet

Agência Lusa

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A artista açoriana Sara Cruz acaba de lançar o segundo EP, no qual apresenta “a segunda leva” de gravações em estúdio sendo que, para já, só um dos temas, “Above Our Heads”, está disponível na Internet.

“Nunca coloquei as músicas na internet, agora é que vou começar a mostrá-las a toda a gente e estou ansiosa para saber qual é o ‘feedback’. Espero que a reação seja boa”, disse a cantora à agência Lusa.

Sara Cruz explica que “Above Our Heads” é o único tema a estar disponível atualmente na Internet sendo que as restantes quatro músicas e vídeos vão estar disponíveis nos próximos meses.

“Todos os temas estarão disponíveis ‘online’ em vários sites”, assegurou.

Sara Cruz confessa ainda que gostava de poder ter um disco físico, embora admita ser um sonho difícil de concretizar para quem está no início da carreira.

“Para quem está a começar e sem apoios de editoras, produtoras e tudo o mais acaba por ser um investimento bastante grande lançar discos físicos e estou à espera de ter oportunidade para isso mas acho que virá, acho que chegará, não sei quando, mas eu tinha imenso gosto que isso acontecesse”, confessou.

A artista açoriana revela que a “inspiração” para as suas músicas vem por vezes de “histórias de outras pessoas”, mas acima de tudo de “sentimentos genuínos”.

“Costumo dizer que os meus temas são baseados em sentimentos genuínos, mas que não são páginas do meu diário, eu costumo pegar num sentimento, numa observação, numa reflexão e exploro a partir daí e crio porque a minha vida não é assim tão interessante para escrever um disco só com histórias específicas”, diz.

Sara Cruz já partilhou palco com Maria Gadu e sonha um dia partilhá-lo com tantos outros artistas: da lista “infindável” destaca John Mayer, de quem a cantora é fã.

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