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Regional

Governo dos Açores apoia agricultores na aquisição de alimentos para os animais devido à seca

GACS

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FOTO: GACS

A primeira portaria que atribui um apoio extraordinário destinado à aquisição de 10.000 toneladas de concentrado fibroso, palha e feno na forma prensada, destinadas ao alimento dos animais das explorações de bovinos na Região, foi hoje publicada em Jornal Oficial.

 

 

Este apoio surge na sequência do período de seca severa que está a atingir o arquipélago dos Açores, afetando de forma muito significativa a produção de alimentos.

A portaria da Secretaria Regional da Agricultura e Florestas, através da Direção Regional da Agricultura, determina que podem beneficiar desta ajuda as entidades que fabriquem, importem e disponibilizem estes alimentos aos produtores agrícolas no arquipélago.

Este apoio atribuído pelo Governo Regional tem em conta as condições climáticas atípicas, nomeadamente a acentuada e persistente diminuição de precipitação que se verifica nos Açores desde o início de março e que tem provocado uma seca significativa dos solos agrícolas e uma consequente quebra na produção das culturas forrageiras.

Deste modo, o Executivo pretende reduzir os efeitos negativos da falta de alimentos para o efetivo bovino e, consequentemente, uma quebra da produção e do rendimento das explorações.

Os Serviços de Desenvolvimento Agrário das várias ilhas têm procedido a uma avaliação e monitorizado as diminuições de alimentos e os impactos da seca nas explorações agrícolas.

Além desta ajuda na aquisição de alimentos para os animais, o Governo dos Açores também já anunciou um apoio direto aos agricultores para compensar os prejuízos sofridos ao nível da produção de milho forrageiro e de hortícolas.

O Governo dos Açores já solicitou ao Governo da República para que este solicite junto da Comissão Europeia a aprovação do adiantamento de 70% das ajudas do POSEI e 85% das ajudas de superfície do PRORURAL+, para fazer face à situação excecional de seca que se verifica na Região.

Em causa está a antecipação, em dois meses, do pagamento de 50 milhões de euros aos agricultores dos Açores, o que permitirá dar maior liquidez à tesouraria das explorações agrícolas afetadas pela seca, uma medida que o Governo dos Açores considera “muito importante”.

O Ministro da Agricultura, Capoulas Santos, acolheu o pedido do Governo dos Açores e solicitou à Comissão Europeia a antecipação pretendida, sendo a decisão da Comissão Europeia tomada a 27 de julho.

“Esperamos que a Comissão Europeia seja sensível a esta nossa pretensão, tanto mais que o Comissário da Agricultura e Desenvolvimento Rural quando visitou os Açores constatou a situação de seca severa que estamos a atravessar”, disse o Secretário Regional da Agricultura e Florestas, João Ponte.

Regional

Revista de Imprensa Regional para esta quarta-feira, 15 agosto 2018

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Açoriano Oriental:

– “Orçamento Participativo com 154 propostas para os Açores”

– “Desporto: Lotação sobe para os 8 mil”

– “Governo investiga caso de criança que fugiu da creche”

Correio dos Açores

– “Exploração no Pópulo espera produzir este ano 20 toneladas de maracujá”

– “Festejando a Senhora das Ilhas: Quando o coração açoriano bate mais forte”

– “A partir de amanhã: Esperadas 20 mil pessoas no Festival da Povoação”

Diário dos Açores:

– “Estudo dos pilotos da Air Açores em análise há dois anos: 3 aviões Embraer baseados P. Delgada e operação potenciada para voos diários em todas as ‘gateways’”

– “Festival da Povoação arranca amanhã com Matay”

– “A partir de 01 de setembro: Casais vão poder escolher ser ou não herdeiros do parceiro”

Diário Insular:

– “Com dívidas e outros problemas por resolver: Adega dos Biscoitos com vida difícil”

– “Turismo desce em junho nos Açores – Menos visitantes e, sobretudo, menos estrangeiros”

– “’Startup’ Angra: Concurso premeia negócios na área do Turismo”

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Regional

Governo decreta serviços mínimos no transporte marítimo para Açores e Madeira

Agência Lusa

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Westfalen/Deutschland - Pixabay

O Governo decretou serviços mínimos para garantir o transporte marítimo para os Açores e para a Madeira durante a greve ao trabalho suplementar que decorre nos portos de 13 de agosto a 10 de setembro, foi hoje anunciado.

Segundo um comunicado da Administração do Porto de Lisboa (APL), os serviços mínimos “visam a satisfação de necessidades sociais impreteríveis, como seja o regular abastecimento das populações das regiões autónomas, em ordem a superar a descontinuidade geográfica dada a característica ultraperiférica dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, na defesa do interesse público”.

A greve de quatro semanas ao trabalho suplementar foi convocada pelo Sindicato dos Estivadores e da Atividade Logística (SEAL) e abrange o trabalho ao sábado, domingos e feriados, afetando particularmente o Porto de Lisboa, afirma a APL.

Durante a greve, os trabalhadores ficam obrigados à “operação de descarga e carga de um navio destinado a cada uma das regiões autónomas dos Açores e da Madeira, em cada sábado, sem interrupções”, lê-se no despacho sobre os serviços mínimos, assinado pela ministra do Mar, Ana Paula Vitorino.

Segundo o despacho, devem ser assegurados “os meios humanos necessários para cumprir os serviços mínimos definidos”, designados pelas associações sindicais ou pelo empregador, caso as primeiras não o façam nas 24 horas anteriores ao início da paralisação.

A greve foi convocada pelo SEAL contra a “crescente proliferação de práticas anti-sindicais nos diversos portos portugueses” que se revestem de “extrema gravidade” no Porto de Leixões e no Porto do Caniçal, segundo o sindicato.

A paralisação abrange os portos de Leixões, Figueira da Foz, Lisboa, Setúbal, Sines, Caniçal, Praia da Vitória e Ponta Delgada.

De acordo com o pré-aviso do sindicato, a greve incide sobre “todo o trabalho suplementar, ou seja, sobre todo o trabalho que ultrapasse o turno normal de trabalho ou um turno de trabalho diário, em dias úteis, e sobre todo o trabalho em sábados, domingos e feriados”.

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Governo dos Açores apela à união de esforços para a melhoria do rendimento de toda a fileira da carne

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Fotos: GaCS/SRAF

O Secretário Regional da Agricultura e Florestas afirmou que os números relativos ao abate de bovinos traduzem a procura que existe pela carne dos Açores, interna e externamente, apelando à união de esforços para se alcançar uma maior valorização e a melhoria do rendimento de toda a fileira.

“Nos primeiros sete meses do ano o número de abates na Região cresceu no global 12%, o consumo interno 4% e a exportação cerca de 20%, o que mostra que há procura pela carne dos Açores”, frisou João Ponte, que falava terça-feira à margem da inauguração do túnel de congelação e da câmara de manutenção de congelados da Cooperativa Verde Atlântico, nas Lajes do Pico.

O governante salientou que o Governo dos Açores, as cooperativas e os agricultores devem trabalhar no sentido de aperfeiçoar, de melhorar a organização, a promoção, o acabamento dos animais, a harmonização das carcaças, para que o setor da carne seja cada vez mais forte, proporcionando mais e melhor rendimento aos agentes desta fileira.

Relativamente aos novos equipamentos na sala de desmancha do Matadouro do Pico, que está concessionada à Cooperativa Verde Atlântico, João Ponte considerou que se trata de “um investimento extremamente importante”, pois permite à cooperativa encontrar novos mercados, que sejam capazes de valorizar mais a carne dos Açores e, deste modo, a Verde Atlântico terá condições para pagar melhor a carne aos produtores.

“É isso que justifica o apoio público que o Governo Regional deu a este investimento, que se insere na estratégia regional para o setor da carne, ou seja, alcançar uma maior valorização, encontrar novos mercados e avançar com a certificação dos matadouros e das salas de desmancha”, salientou João Ponte.

A instalação do túnel de congelação e da câmara de manutenção de congelados na sala de desmancha do Matadouro do Pico representou um investimento superior a 200 mil euros, obtendo uma comparticipação pública de 70%.

“Verificamos que o projeto da Verde Atlântico tem sucesso, apesar de ser um projeto de pequena dimensão, mas tem contribuído, por exemplo, para o crescimento do número de abates de carne com Identificação Geográfica Protegida (IGP)”, disse João Ponte, indicando que, “nos primeiros sete meses do ano, o abate de carne IGP cresceu 34% na Região, tendo 50% desses abates ocorrido na ilha do Pico”.

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