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Nacional

Ministro da Saúde garante adaptação dos hospitais às 35 horas até final de julho

Agência Lusa

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O ministro da Saúde disse hoje que a adaptação dos hospitais às 35 horas de trabalho semanais está a decorrer, garantindo que, até ao final do mês de julho, esta primeira fase estará “ajustada e estabilizada”.

“A secretária de Estado está atenta aos casos pontuais onde o ajustamento suplementar tenha de ser feito, isso está a decorrer e nós acreditamos que até ao final do mês de julho esta primeira fase estará ajustada e estabilizada”, afirmou aos jornalistas Adalberto Campos Fernandes, à margem da cerimónia de assinatura de protocolos entre a Direção-Geral da Reinserção e dos Serviços Prisionais e 28 instituições hospitalares do Serviço Nacional de Saúde.

Questionado sobre adaptação às 35 horas de trabalho semanais, que entrou em vigor a 01 de julho nas instituições de saúde, o ministro avançou que “tem decorrido” como era previsto, tendo os hospitais “o seu programa em fase de adaptação”.

Desde o dia 1 de julho que alguns milhares de profissionais de saúde passaram do regime das 40 horas de trabalho semanais para as 35 horas, tendo o Ministério da Saúde avançado com a contratação de cerca de 2.000 profissionais este mês para cobrir as necessidades, depois de anunciar que contratou outros 1.600 profissionais até junho já tendo em conta os novos horários laborais.

Vários profissionais de saúde e também partidos políticos têm criticado o Ministério da Saúde por falta de planeamento atempado com a passagem das 40 para as 35 horas de trabalho semanais desde 1 de julho, considerando ainda que os profissionais que o Governo anuncia são insuficientes para cobrir as necessidades”.

Sobre a contratação de médicos para o Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC), Adalberto Campos Fernandes afirmou que “tudo o que havia a fazer está a ser feito”.

“Os hospitais têm capacidade para o fazer, as autorizações foram dadas, as ARS [Administração Regional de Saúde] estão a acompanhar, a secretaria de Estado da Saúde intervém quando há situações de algum tipo de bloqueio ou dificuldade que possa aparecer”, referiu, sublinhando que o Centro Hospitalar Lisboa Central está a fazer o seu trabalho.

No fim de semana foi noticiado que o Centro Hospitalar de Lisboa Central aguarda a autorização do Ministério da Saúde para a contratação de 54 médicos e de 145 profissionais de saúde, na maioria enfermeiros.

Nacional

Hotelaria aumenta 9% em junho o preço médio por quarto

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A hotelaria portuguesa registou em junho um aumento de 9% do preço médio por quarto ocupado, para 101 euros, mas um recuo de 0,7 pontos percentuais da taxa de ocupação quarto, para 81%, divulgou hoje a associação setorial.

Segundo o indicador mensal ‘Tourism Monitors’ da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), em junho, Lisboa foi o destino que registou uma melhor performance no preço médio por quarto ocupado (ARR), que se fixou nos 124 euros, seguido do Algarve e Estoril/Sintra (108 euros).

No mês em análise, o preço médio por quarto disponível (RevPAR) aumentou 9%, para os 82 euros, destacando-se, em termos relativos, o crescimento de 24% da Costa Azul, seguida do Alentejo e das Beiras, com 18%.

Por destinos turísticos, Lisboa (91%), Madeira (89%) e Grande Porto (85%) registaram as taxas de ocupação quarto mais elevadas, tendo as categorias quatro e três estrelas voltado a registar, pelo segundo mês consecutivo, uma quebra de 1,1 e de 2,6 pontos percentuais.

No entanto, a categoria três estrelas foi a que registou um maior crescimento no ARR e RevPAR, de 17% e 13%, respetivamente.

“Tivemos um junho atípico, bastante chuvoso e frio, o que pode justificar a quebra da taxa de ocupação na maioria dos destinos. Dos 14 destinos analisados pelo ‘Hotel Monitor’, apenas as Beiras, Costa Azul, Alentejo e Lisboa apresentaram variações positivas no mês de junho”, refere a presidente executiva da AHP, citada num comunicado.

Apesar deste decréscimo, Cristina Siza Vieira destaca que o setor fechou o mês “muito bons indicadores”, tendo-se mantido “a rota ascendente no ARR e no RevPAR.

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Nacional

Trabalhadores de hipers e supermercados em greve a 12 de setembro

Agência Lusa

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FOTO: PIXABAY

Os trabalhadores dos hipermercados, supermercados e outros estabelecimentos da grande distribuição vão fazer greve em 12 de setembro, segundo informação da CGTP, com base nas informações do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP).

Na informação publicada hoje, os trabalhadores vão paralisar durante todo o dia de 12 de setembro para reivindicar a “revisão do contrato coletivo de trabalho sem redução do valor pago pelo trabalho suplementar”.

Na lista de reivindicações está ainda o “aumento dos salários de todos os trabalhadores e o fim da tabela B e a equiparação da carreira profissional dos operadores de armazém à carreira dos operadores de loja/supermercado”.

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Nacional

Menos turistas estrangeiros reduzem dormidas nos hotéis em 2,9% em junho

Agência Lusa

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As dormidas na hotelaria diminuíram 2,9% em junho em termos homólogos, devido sobretudo aos turistas estrangeiros que pernoitaram menos 5,1% nos hotéis portugueses nesse mês, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Em junho, os estabelecimentos hoteleiros e similares registaram 2,1 milhões de hóspedes (um valor semelhante ao do mesmo mês de 2017) e 5,8 milhões de dormidas, o que representa uma diminuição de 2,9% em termos homólogos.

Segundo o INE, esta quebra foi condicionada pela diminuição de 5,1% dos não residentes (4,2 milhões de dormidas) que pernoitaram na hotelaria portuguesa, enquanto as dormidas dos turistas nacionais aumentaram 3,4% (1,6 milhões).

Em termos semestrais, os hóspedes aumentaram 2,6% e as dormidas 0,5% (com os residentes a crescerem 3,9% e os não residentes a caírem 0,7%).

A estada média, que foi de 2,8 noites, reduziu-se 2,9%, sendo que a quebra também foi superior no caso dos turistas não residentes (3,1%) do que nos residentes (0,2%).

Também a taxa líquida de ocupação-cama (que foi de 59,8%) recuou 2,2 pontos percentuais face ao mesmo mês de 2017.

As dormidas em hotéis (68,8% do total) diminuíram 0,9%, e as restantes tipologias também apresentam quedas homólogas, com destaque para os aldeamentos turísticos (7,6%) e para os apartamentos turísticos (4,8%).

Segundo o INE, o mercado britânico (24,4% do total das dormidas de não residentes) recuou 9,8%, o mercado alemão (12,9% do total) reduziu-se de 10,5% e o francês (9,9% do total) desceu 2,6% em junho.

“O mercado espanhol (7,5% do total) aumentou 1,5% e foi, entre os cinco principais mercados emissores, o único que apresentou crescimento em junho”, sublinha o INE.

As dormidas apresentaram evoluções díspares entre regiões, sendo que, em junho, o Norte e o Alentejo “foram as únicas regiões que registaram acréscimos nas dormidas (3,1% e 2,4%, respetivamente)”.

Os maiores decréscimos nas dormidas verificaram-se no Centro (7,9%) e nos Açores

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