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Mundo

Icebergue ameaça aldeia na Gronelândia

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Um icebergue gigante obrigou à retirada de 170 pessoas de uma aldeia no oeste da Gronelândia



Com cerca de 100 metros de altura e 11 milhões de toneladas, o bloco de gelo pode partir-se e provocar um tsunami e inundações.

Os icebergues passam com frequência na região mas as autoridades locais afirmam que nunca viram um bloco de gelo tão grande e tão perto.

David Holland, Professor de Matemática na Universidade de Nova Iorque, alerta para a incapacidade dos cientistas para prever estes fenómenos.

O que vimos na Gronelândia é um fenómeno natural, um icebergue a partir-se. Nós, os cientistas, não conseguimos perceber o processo através do qual isto acontece. É como prever sismos. É um processo físico muito complexo que está na origem destas grandes estruturas que quebram.

O ano passado, quatro pessoas morreram e 11 ficaram feridas depois de um icebergue se ter partido e provocado uma onda gigante numa ilha da Gronelândia.

Fonte: euronews

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Terramoto de magnitude 6,3 atinge Ilhas Lealdade sem registo de vítimas

Agência Lusa

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Um terramoto de magnitude 6,3 atingiu as Ilhas Lealdade, um arquipélago do território francês da Nova Caledónia, no Pacífico Sul, sem registo para já de vítimas e danos ou risco de tsunami destrutivo, segundo as autoridades.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), que monitoriza a atividade sísmica global, registou o hipocentro a 10 quilómetros de profundidade.

O USGS localizou o abalo a 170 quilómetros a leste de Tadine, na ilha da Maré, e a 314 quilómetros a leste de Noumea, capital da Nova Caledónia.

O Serviço de Alerta de Tsunamis do Pacífico elevou a magnitude estimada para 6,5, mas indicou que, com base em todos os dados disponíveis, “não se espera um tsunami destrutivo no Pacífico”.

A Nova Caledónia está localizada perto do chamado Anel de Fogo do Pacífico e dos vulcões submarinos da Bacia de Lau, uma zona muito afetada por abalos sísmicos.

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Mundo

Sobe para seis o número de mortos nas inundações no sudoeste de França

Agência Lusa

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O número de mortos nas inundações no sudoeste de França subiu para seis, após ter chovido em horas o equivalente a vários meses na região, declararam hoje as autoridades francesas.

O total de seis mortos foi anunciado pelo primeiro-ministro francês, Edouard Philippe, que se irá deslocar ao departamento de Aude hoje à tarde.

O governo regional de Aude disse que quatro mortes aconteceram nos arredores da cidade de Villegailhenc, onde a força das águas e detritos destruíram uma ponte, após a queda de chuvas torrenciais.

Em Villegailhenc, uma testemunha, Ines Siguet, disse que as águas subiram tão rapidamente que as pessoas ficaram presas nos telhados das suas casas e foram levadas de helicóptero para um local seguro.

A testemunha divulgou um vídeo de uma estrada danificada após a ponte que existia ter sido levada pelas águas.

“Não há mais nada, só há um buraco. (…) Foi muito violento”, disse Ines Siguet à Associated Press (AP) por telefone.

Outras estradas também foram afetadas com as inundações, deixando a cidade isolada, disse a estudante de 17 anos.

Alain Thirion, o autarca de Aude, disse que alguns dos mortos pareciam ter sido arrastados pelas águas das enchentes.

Na cidade de Conques-sur-Orbiel, o rio subiu mais de seis metros, declarou o Thirion.

As imagens da televisão mostravam enormes fluxos de água a passar pelas cidades e aldeias, com carros encalhados pelas ruas.

As escolas foram fechadas e as autoridades estavam a incentivar as pessoas a ficarem em casa.

Com mais de 250 intervenções dos bombeiros registadas durante a noite, o departamento de Aude foi particularmente afetado, já que, no espaço de cinco horas, entre 160 e 180 mm de água caíram sobre Carcassonne, uma situação que não se vivia desde 1891, segundo a agência de notícias francesa AFP.

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Pelo menos oito montanhistas mortos em tempestade de neve no Nepal

Agência Lusa

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FOTO: Pixabay

Pelo menos oito pessoas, incluindo alpinistas sul-coreanos, morreram na sequência de uma tempestade de neve no Monte Gurja, no oeste do Nepal, anunciaram hoje as autoridades do país.

“Oito pessoas, incluindo membros de uma expedição sul-coreana, morreram no oeste do Nepal, aparentemente por causa de uma tempestade de neve”, disse o porta-voz da polícia Sailesh Thapa. Uma nona pessoa continua desaparecida.

Horas antes, as autoridades do país davam conta do desaparecimento de cinco alpinistas sul-coreanos e quatro guias nepaleses, depois de uma forte tempestade ter atingido o acampamento-base onde se encontravam.

De acordo com o oficial de polícia Bir Bahadur Budamagar, a tempestade destruiu na sexta-feira o acampamento, que fica a pelo menos um dia de caminhada da aldeia mais próxima.

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