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Cultura / Eventos

Festival Santa Maria Blues destaca a ilha num contexto internacional de promoção

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Facebook / © 2018 Santa Maria Blues

O Diretor Regional frisou que “já são muitos os visitantes que procuram Santa Maria nesta época do ano, conciliando a experiência musical com os produtos estratégicos pelos quais esta ilha já é conhecida”.



“Importa destacar, por isso, produtos como o mergulho, que se tem posicionado como uma atração prioritária através dos ‘spots’ especiais para o mergulho com jamantas, bem como o geoturismo, por via dos fósseis marinhos únicos de que dispõe e que se constituem como um verdadeiro laboratório ao ar livre, com relevância internacional, conforme atestam estudos científicos recentes”, afirmou.

Nesse sentido, Filipe Macedo destacou o “conjunto de investimentos que o Governo dos Açores tem vindo a implementar ao longo dos últimos anos para valorizar, cada vez mais, estas potencialidades, como é exemplo a Rota dos Fósseis, a Grande Rota de Santa Maria, o circuito interpretativo da Pedreira do Campo e a Casa dos Fósseis, que evidenciam o que de mais particular tem esta ilha, enquanto elementos diferenciadores do que tem para oferecer”.

Para o Diretor Regional, esta valorização está perfeitamente alinhada com o Plano Estratégico de Marketing do Turismo dos Açores, que “definiu uma estratégia de produtos por ilha, numa perspetiva de desenvolver a oferta turística da Região como um todo, ao mesmo tempo que dinamiza o potencial de oferta das nove ilhas, dirigindo-o para segmentos de mercado específicos”.

Relativamente ao Festival Santa Maria Blues, Filipe Macedo salientou o trabalho da Associação Escravos da Cadeinha, destacando o “empenho de levar mais longe um evento que já conta, para Santa Maria, com a chancela de ‘Capital dos Blues em Portugal’, o que enaltece não só a ilha, como os Açores como um todo”.

“Verifica-se uma proximidade de todos os Marienses, que se voluntariam e fazem com que este evento se realize, sendo um exemplo de que o turismo dos Açores se baseia, sobretudo, nas pessoas e num trabalho com todos os agentes do setor, através de uma política em linha com os interesses de quem está no terreno nesta atividade”, afirmou.

Cultura / Eventos

Sérgio Ávila destaca dimensão internacional do festival Folk Azores

GACS

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O Vice-Presidente do Governo destacou hoje, em Angra do Heroísmo, a dimensão internacional alcançada pelo festival Folk Azores que, desde o seu início, já trouxe aos Açores e, em especial, à ilha Terceira milhares de participantes de várias partes do mundo, bem como o intercâmbio cultural que proporciona.

“Este festival de folclore é para nós, não apenas um dos principais eventos que se realizam na Região, mas um dos principais eventos que se realizam no país”, afirmou Sérgio Ávila na cerimónia de boas-vindas do 34.º Folk Azores – Festival Internacional de Folclore dos Açores, iniciativa que conta com o apoio do Governo dos Açores.

“Da nossa parte, tudo faremos para que a vossa decisão de vir a este festival e a esta ilha corresponda totalmente às vossas expetativas”, frisou o governante, fazendo votos para que a “experiência destes dias”, de partilha de culturas, seja para todos “verdadeiramente inesquecível”.

A edição deste ano, que conta com a participação de 12 grupos de 11 nacionalidades, decorre até domingo, numa organização do Comité Organizador de Festivais Internacionais da Ilha Terceira (COFIT), estando previstas atuações em toda a ilha.

Além de um grupo folclórico da região do Ribatejo e outro da ilha Terceira, estão presentes participantes de Espanha, Estónia, Itália, Lituânia, República Checa, Roménia, Sérvia, Panamá, Índia e, pela primeira vez, da China.

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Cultura / Eventos

Canárias e Finlândia investem no Festival Cordas na ilha do Pico, Açores

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Maija Kauhanen estreia em Portugal no Festival Cordas com o instrumento finlandês, o kantele

A terceira edição do Festival Cordas, músicas do mundo, recebe apoio internacional. Investimento das Canárias e da Finlândia programam duas noites de música no Auditório da Madalena.

A abertura do festival dá as boas vindas ao regresso de Beselch Rodriguez e Marco del Castillo, que participaram na primeira edição do festival. Desta vez, os músicos das Canárias vêm acompanhados por Germán López que vem reforçar a presença do Timple, o instrumento típico originário do arquipélago espanhol. Maija Kauhanen estreia em Portugal apresentando um típico e antigo instrumento de cordas do folclore finlandês, o Kantele, para o concerto de sábado à noite. Maija foi um dos sucessos musicais do Womex 2017, a maior feira de músicas do mundo.

O encerramento desta terceira edição é dedicado aos músicos dos Açores, que desde já estão todos convidados para o convívio, domingo à tarde, na MiratecArts Galeria Costa. O concerto final será no Auditório da Madalena e abraça as Violas dos Açores, um programa da Associação de Juventude Violas da Terra, liderado pelo mestre Rafael Carvalho. A viola de arame dos Açores, Viola da Terra, continua a ser o destaque e razão da criação deste festival que já ocupa lugar nas listas de festivais de músicas do mundo.

Com eventos marcados em localidades como o “Santuário dos Dragoeiros”, no Museu do Vinho, e ainda apresentações no “centro da terra” na Gruta das Torres, o Festival Cordas recebeu nomeações para Melhor Pequeno Festival, Melhor Programação e ainda Melhor Promoção Turística nos Prémios Ibéricos 2018, depois de ter conseguido ficar na lista dos TOP10 Melhores Novos Festivais na edição anterior.

O Festival Cordas é um projeto da associação MiratecArts e acontece de 12 a 16 de setembro, na ilha do Pico, Açores, com vários parceiros e apoio da Direção Regional do Turismo. Marta Guerreiro, Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo do Governo dos Açores, diz que “não se trata apenas de receber o mundo, mas de fazer dos Açores o centro do mundo, neste caso particular, a partir da ilha montanha e através da Miratecarts.” Para o programa que inclui 14 eventos musicais, eventos paralelos que visitam as escolas locais e ainda artista em residência, visite www.festivalcordas.com

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Primeira mostra do projeto “Geometria Sónica” inaugurada sábado na Ribeira Grande

Agência Lusa

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O Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, na Ribeira Grande, inaugura no sábado o primeiro ciclo expositivo do projeto “Geometria Sónica”, apresentando trabalhos resultantes de residências artísticas nos Açores e com recurso ao arquivo da RTP.

Com a curadoria de Nuno Faria e Nicolau Tudela, o primeiro de três ciclos arranca no sábado e integra trabalhos das duplas de artistas Manon Harrois/Sara Bichão e Laetitia Morais/Francisco Janes.

À agência Lusa, Nuno Faria sublinhou que boa parte das obras a apresentar resulta muito “da obra do acaso, do acaso dos encontros feitos em residência” na Ribeira Grande, na ilha açoriana de São Miguel.

Vários trabalhos funcionam como uma “metamorfose” do arquivo da RTP, “um dos grandes arquivos sonoros e visuais do século XX de Portugal”, prosseguiu Nuno Faria, ladeado pelo diretor de arte do canal público e também curador do projeto, Nicolau Tudela.

“Há uma camada sempre presente, a do arquivo da RTP. Alguns desses materiais são incorporados de forma explícita e outros menos”, sublinha Nuno Faria.

O projeto “Geometria Sónica” arrancou em maio com uma exposição e a partir daí arrancaram as residências artísticas que têm no primeiro ciclo expositivo a inaugurar no sábado a sua primeira apresentação pública.

Cada dupla de artistas é convidada a permanecer cerca de 15 dias nos Açores, para desenvolver os seus projetos que passam pela investigação, criação e produção de novas obras.

No final, haverá um “trabalho coletivo, seguramente”, que marcará os três ciclos expositivos e a passagem de todos os artistas pelos Açores, não estando ainda fechado o formato desse trabalho, admitiu Nicolau Tudela.

O projeto “Geometria Sónica” integra as comemorações do terceiro ano de vida do Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas.

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