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Deslizamento de terras em mina de jade em Myanmar faz pelo menos 15 mortos

Agência Lusa

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Pelo menos 15 pessoas morreram e 30 ficaram feridas num deslizamento de terras numa mina de jade, no estado de Kachin, norte de Myanmar, segundo as autoridades policiais.

Um polícia da localidade de Hpakant Township, no estado de Kachin, disse hoje que 15 corpos foram retirados do local do acidente perto da vila de Lonekhin, adiantando, que as buscas ainda continuam.

A mesma fonte disse que o trabalho das equipas de busca está a ser prejudicado pelas chuvas fortes.

De acordo com as autoridades, estes acidentes não são raros porque a remoção de jade é perigosa e não está bem regulada.

As autoridades têm dificuldade em estimar o número de desaparecidos nestes acidentes uma vez que a maioria dos trabalhadores são migrantes de outras zonas que não estão registados.

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Génova: Governo italiano quer revogar concessão de gestora do viaduto que caiu

Agência Lusa

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O Governo italiano decidiu hoje iniciar “o procedimento para a revogação da concessão à empresa Autostrade per l’Italia”, responsável pela manutenção do viaduto que colapsou na terça-feira, em Génova, e que já afirmou ter cumprido as normas de segurança.

A informação foi avançada hoje pelo primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, numa conferência de imprensa no final de uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros, realizada em Génova, para avaliar o acidente, que matou 39 pessoas.

O chefe do Governo avançou que o executivo, “no momento de atribuir novas concessões, será muito mais rigoroso na avaliação das cláusulas” para evitar que desastres como o de Génova se repitam no futuro.

A decisão do executivo italiano surgiu depois de a empresa ter indicado que estava a trabalhar na melhoria do pavimento do viaduto, embora tenha assegurado que a operação estava a ser supervisionada e que a ponte tinha sido sujeita a todos os controlos periódicos pertinentes.

O ministro das Infraestruturas, Danilo Toninelli, pediu hoje a demissão dos diretores da companhia, enquanto o ministro do Interior, Matteo Salvini, afirmou que os responsáveis assumirão as suas responsabilidades.

Na reunião de hoje, o executivo italiano também declarou o “estado de emergência” por 12 meses em Génova e anunciou a atribuição de um primeiro apoio de cinco milhões de euros.

O balanço mais recente das autoridades italianas dá conta de 39 mortos e 16 feridos.

De acordo com a delegação do Governo em Génova, 37 das vítimas mortais estão já identificadas, enquanto estão a ser realizados exames de ADN a outros dois mortos.

Dos 16 feridos, 12 continuam em estado grave.

O acidente ocorreu na terça-feira, cerca das 12:00 horas locais (11:00 em Lisboa), quando caiu um troço de cerca de 100 metros da ponte Morandi, que tem um quilómetro de longitude e uma altura de 90 metros, soterrando vários veículos.

As equipas de socorro continuam no local e procuram retirar os escombros o mais depressa possível, um trabalho complicado que se prolongará durante os próximos dias, indicou a Cruz Vermelha, em comunicado.

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Génova: Papa lamenta drama e envia solidariedade às vítimas

Agência Lusa

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O papa Francisco lamentou hoje “o evento dramático” da queda de uma ponte na terça-feira em Génova, que fez pelo menos 38 mortos e 16 feridos, e enviou a sua solidariedade às vítimas e familiares.

“Encomendo à misericórdia de Deus as pessoas que perderam a vida e expresso a minha proximidade espiritual para com as famílias, os feridos, os deslocados e todos os que sofrem por este evento dramático”, disse o papa após a oração do Angelus.

“Convido-os a unirem-se em mim em oração pelas vítimas e pelos seus entes queridos”, acrescentou.

Na terça-feira, cerca das 12:00 locais, um troço de cerca de 100 metros da ponte Morandi, em Génova (norte de Itália), ruiu, fazendo com que dezenas de veículos caíssem de uma altura de 90 metros.

O balanço provisório da delegação do Governo em Génova é de 37 mortos, entre os quais três crianças de 8, 12 e 13 anos, e 16 feridos, 12 deles em estado grave.

Este balanço foi atualizado horas depois pelo ministro do Interior italiano, Matteo Salvini, que referiu 38 mortos e vários desaparecidos.

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Génova: Governo italiano declarou “estado de emergência” por 12 meses

Agência Lusa

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O Governo italiano declarou hoje o “estado de emergência” por 12 meses em Génova, onde na terça-feira a queda de um viaduto matou pelo menos 39 pessoas, e vai prestar um primeiro apoio de cinco milhões de euros.

“Nós ouvimos o pedido do presidente da região e decretámos o estado de emergência por 12 meses”, declarou o primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, à imprensa, no final de uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros, que decorreu em Génova (noroeste de Itália).

O Governo italiano também desbloqueou uma verba de cinco milhões de euros do fundo de emergência nacional, adiantou o chefe do executivo italiano.

“Este é um primeiro passo do Governo face a esta tragédia”, comentou Conte.

O executivo vai também declarar um dia de luto nacional, mas o primeiro-ministro referiu que o dia está ainda por determinar, já que o objetivo é que coincida com os funerais das vítimas.

O balanço mais recente das autoridades italianas dá conta de 39 mortos e 16 feridos.

De acordo com a delegação do Governo em Génova, 37 das vítimas mortais estão já identificadas, enquanto estão a ser realizados exames de ADN a outros dois mortos.

Dos 16 feridos, 12 continuam em estado grave.

O acidente ocorreu na terça-feira, cerca das 12:00 horas locais (11:00 em Lisboa), quando caiu um troço de cerca de 100 metros da ponte Morandi, que tem um quilómetro de longitude e uma altura de 90 metros, soterrando vários veículos.

As equipas de socorro continuam no local e procuram retirar os escombros o mais depressa possível, um trabalho complicado que se prolongará durante os próximos dias, indicou a Cruz Vermelha, em comunicado.

O ministro das Infraestruturas, Danilo Toninelli, exigiu a demissão da direção da empresa Autostrade per l’Italia, filial da Atlantia e responsável pela gestão da ponte, enquanto a concessionária assegurou que o viaduto estava sujeito a controlos periódicos, sujeitos às normas do país.

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