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Mundo

Enfermeira japonesa afirma ter envenenado 20 pacientes

Agência Lusa

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Uma antiga enfermeira de um hospital num subúrbio de Tóquio, detida sob suspeita de ter matado um paciente, disse aos investigadores que envenenou cerca de 20 pessoas, segundo os meios de comunicação japoneses.



Ayumi Kuboki, 31 anos, foi detida neste sábado no âmbito de uma investigação sobre a morte de um homem de 88 anos num hospital perto de Tóquio, afirmou hoje a polícia japonesa, sem disponibilizar mais detalhes sobre a investigação.

Suspeita de ter injetado desinfetante nas bolsas de administração intravenosa de um paciente em 2016, Kuboki admitiu à polícia que fez o mesmo a mais 20 pacientes, segundo reportaram os meios de comunicação japoneses.

De acordo com a comunicação social, a polícia japonesa detetou a presença de desinfetante nos corpos de mais quatro pacientes, com idades compreendidas entre os 70 e 80, que morreram no hospital num curto espaço de tempo.

Um líquido semelhante foi também detetado no equipamento de infusão intravenosa.

Kuboki explicou que pretendia que as mortes dos pacientes não ocorressem durante os seus turnos.

“Explicar aos familiares a morte de um parente durante as minhas horas de serviço era muito difícil”, disse Kuboki aos investigadores, citada pela agência de notícias japonesa Jiji.

Foram registados, nos últimos anos, vários casos de assassínios de pacientes em centros de cuidados de saúde.

Em julho de 2016 Satoshi Uematsu foi responsável pelo maior massacre no Japão em décadas, ao matar 19 doentes e ferir outros 25 com uma faca, depois de ter imobilizado os prestadores de cuidados num centro para pessoas com deficiência mental em Sagamihara, a oeste de Tóquio.

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Morreu William Goldman, argumentista de filmes como “Os Homens do Presidente”

Agência Lusa

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O escritor e argumentista norte-americano William Goldman, que escreveu para vários filmes de grande sucesso como “Os Homens do Presidente” ou “O Homem da Maratona”, morreu na sexta-feira com 87 anos, anunciou a sua família.

Natural de Highland Park, no estado de Illinois, William Goldman começou como romancista e publicou seu primeiro romance aos 26 anos, “O Templo de Ouro”, bem recebido pelos críticos. Contudo, foi como argumentista que alcançou sucesso mundial, escrevendo uma impressionante série de produções de Hollywood.

“Dois Homens e Um Destino” (1969), protagonizado por Paul Newman e Robert Redford, foi o filme com o qual ganhou o primeiro Óscar para Melhor Argumento, seguindo-se “Os Homens do Presidente” (1976), que lhe assegurou uma segunda estatueta. “O Homem da Maratona” (1976), “Uma Ponte Longe Demais” (1977), “A Princesa Prometida” (1987) e “Misery – O Capítulo Final” (1990) foram outros filmes que marcaram a carreira de Goldman.

Numa entrevista à cadeia norte-americana PBS em 2000 explicou que temeu durante toda a sua vida irritar o espetador e que usou sistematicamente uma série de “truques” para o entreter.

“O que eu tenho é o que eu tinha quando comecei: um sentido de diálogo e de história”, afirmou, modestamente, admitindo que não tinha capacidade para a encenação.

Goldman assegurou que não tinha uma receita para escrever o argumento para um filme, mas que “gostaria que houvesse uma”, brincou na entrevista.

William Goldman escolheu residir em Nova Iorque, longe da indústria cinematográfica de Hollywood, que sempre abominou.

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Pelo menos 71 mortos em incêndio na Califórnia – Novo balanço

Agência Lusa

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As autoridades norte-americanas elevaram na sexta-feira para 71 o número de mortos devido a um incêndio no norte do estado da Califórnia que devastou a vila de Paradise, onde arderam quase dez mil habitações.

O xerife do condado de Butte, Korey Honea, informou ainda que as autoridades têm uma lista de mil pessoas desaparecidas.

O anterior balanço dava conta de 63 mortos e de 631 desaparecidos.

O incêndio praticamente devastou Paradise, vila de 27 mil habitantes, e destruiu parcialmente as localidades vizinhas de Magalia e Concow.

As chamas daquele que é o incêndio mais mortífero da história da Califórnia consumiram já 572 quilómetros quadrados.

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China afirma que acusações de espionagem industrial dos EUA “são invenções”

Agência Lusa

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O Governo chinês afirmou hoje que as acusações dos Estados Unidos contra dez agentes dos serviços de informações chineses, por espionagem industrial no setor aeronáutico, “são invenções”.

“As acusações não têm fundamento, são invenções”, garantiu o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Lu Kang, ao ser questionado em conferência de imprensa.

Segundo um comunicado do Departamento de Justiça norte-americano divulgado na terça-feira, os acusados acederam a dados privados de empresas do setor da aviação, visando usurpar propriedade intelectual, informação confidencial ou sobre motores utilizados em voos comerciais, entre janeiro de 2010 e maio de 2015.

Entre os suspeitos identificados constam Zha Rong e Chai Meng, que trabalham para a filial do Ministério de Segurança do Estado chinês, na província de Jiangsu, leste da China.

Aquele organismo está encarregue da espionagem e contraespionagem da China.

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