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Cultura / Eventos

Ponta Delgada é palco do X Congresso Nacional de Geologia

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FOTO: CMPDL

O Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, José Manuel Bolieiro, participou esta manhã na sessão de abertura do X Congresso Nacional de Geologia.

O edil congratulou-se com a escolha de Ponta Delgada para a realização deste evento que tem como mote “O compromisso da geologia para o desenvolvimento global”.

O Presidente afirmou que “a geologia, enquanto ciência e profissão, foi importantíssima para o modo de viver que temos, em  progresso e em  desenvolvimento”, exemplificando que “foi graças à geologia que foi possível explorar os recursos planetários em benefício do progresso”.

Atualmente, a população do planeta ascende a mais de 7000 milhões e o crescente desenvolvimento económico impõem uma enorme pressão sobre o planeta. À escala atual, as próprias atividades humanas podem atuar como agentes geológicos.

Razões pelas quais José Manuel Bolieiro considerou que “a geologia se  tornará ainda mais decisiva para o futuro”.

“A juntar ao conhecimento e à investigação e à exploração no planeta, importa introduzir inteligência, preservação, conservação e sustentabilidade planetária”, defendeu o autarca, felicitando a organização do X Congresso Nacional de Geologia pela iniciativa que vem acrescentar valor à comunidade científica, mas sobretudo à sociedade.

José Manuel Bolieiro destacou ainda a importância desta ciência nos contextos de Ponta Delgada e nos Açores, palcos privilegiados para a geologia pelas suas próprias características e pelo potencial para a geotermia e geoturismo, e expressou a convicção de que nestes laboratórios possam ser apurados conhecimentos importantes para o mundo.

O X Congresso Nacional de Geologia está a decorrer em Ponta Delgada, na Universidade dos açores, até ao dia 13 de julho, reunindo especialistas de todo o país.

Apresenta-se como o mais importante encontro científico na área das Geociências em Portugal e é, em 2018, organizado pelo Instituto de Investigação em Vulcanologia e Avaliação de Riscos (IVAR) e pela Sociedade Geológica de Portugal (SGP) em conjunto com a Universidade dos Açores e com o apoio da Câmara Municipal de Ponta Delgada.

FONTE: CMPDL

Cultura / Eventos

Conferências na Boa Nova analisam 100 anos de motorização do Exército português

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A Direção Regional da Cultura, através do Museu de Angra do Heroísmo, promove sexta-feira, 16 de novembro, pelas 20h00, no Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, a realização de mais uma sessão do ciclo ‘Conferências na Boa Nova’ , desta vez subordinada ao tema “100 anos de Motorização do Exército Português.”

Nesta comunicação, Luís Afonso Costa abordará um século de utilização de viaturas automóveis no Exército português, desde a aquisição das primeiras viaturas no início do século XX, passando pelos anos da Grande Guerra, os anos 30 e o início da motorização em grande escala de muitas das unidades do Exército.

O período da Segunda Guerra Mundial e a consequente aquisição de material para a defesa de Portugal, a defesa das ilhas atlânticas e das colónias de África e do Oriente serão também alvo de análise, bem como os compromissos de defesa assumidos no âmbito da NATO, o deflagrar da guerra colonial e a utilização de viaturas em África.

Na sua comunicação, Luís Costa vai ainda abordar os novos compromissos de defesa assumidos com a NATO nos anos 70 e 80 e as novas missões atribuídas ao Exército nos anos 90 e no início do século XXI, em que as viaturas automóveis sempre estiveram presentes.

Luís Afonso Costa dedica-se à investigação histórica sobre as viaturas utilizadas pelo Exército, sendo sócio fundador da Associação Portuguesa de Veículos Militares e colaborador do Museu Militar de Elvas, na área do restauro, conservação e divulgação da história das viaturas militares portuguesas.

A Direção Regional da Cultura informa que este e outros eventos estão disponíveis para consulta na Agenda Cultural do Portal CulturAçores, no endereço www.culturacores.azores.gov.pt.

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Cultura / Eventos

Museu dos Baleeiros apresenta “Variações do Silêncio”, de Rita Morais

GACS

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A Direção Regional da Cultura, através do Museu dos Baleeiros, nas Lajes do Pico, inaugura sexta-feira, 2 de novembro, pelas 21h00, a vídeo-instalação “Variações do Silêncio”, de Rita Morais.

Esta vídeo-instalação projetada sobre vidro inclui imagens da ilha do Pico, recolhidas ao longo de vários meses no ano passado.

Rita Morais estudou vídeo na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e trabalha como programadora de cinema na cidade do Porto, sendo cofundadora, juntamente com Gina Ávila Macedo, do Landscapes – Mostra Internacional de Cinema na Paisagem, que teve a sua primeira edição em agosto, na ilha do Faial.

Esta vídeo-instalação estará patente ao público até 31 de dezembro, podendo ser visitada de terça-feira a domingo, das 9h30 às 17h00.

A Direção Regional da Cultura informa que este e outros eventos estão disponíveis para consulta na Agenda Cultural do Portal CulturAçores, no endereço www.culturacores.azores.gov.pt.

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Cultura / Eventos

Temporada Artística leva ao Pico e às Flores o Rimance de Mateus e a Baleia

GACS

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O Governo dos Açores, através da Secretaria Regional da Educação e Cultura, no âmbito da Temporada Artística 2018, promove, no início do próximo mês de novembro, a apresentação de dois espetáculos do Rimance de Mateus e a Baleia, pela Companhia Cães do Mar, no Pico e nas Flores, bem como a realização da oficina intitulada “Arquétipos Físicos” com o formador Peter Cann.

A apresentação do Rimance de Mateus e a Baleia terá lugar, pelas 21h30, nos dias 3 e 10 de novembro, no Auditório do Museu dos Baleeiros, nas Lajes do Pico, e no Museu Municipal de Santa Cruz das Flores, respetivamente.

Rimance de Mateus e a Baleia é uma ópera folk, interpretada por um ator, um cantor e uma banda filarmónica. Trata-se de uma história de aventura e fantasmagoria, que mistura factos e ficção, apresentando uma imagem da dura realidade da baleação costeira nos Açores e bebendo inspiração no romance de Herman Melville, Moby Dick. Um ator dá corpo a Mateus e a uma série de outras personagens, entre elas, o célebre capitão Anselmo, e também Ahab, a conhecida personagem de Melville. A baleia e o mar são representados pela banda filarmónica e a ação é pontuada por canções que nos lembram os sea shanties do século XIX.

Cães do Mar é uma companhia de teatro que se constituiu em Angra do Heroísmo e apresentou a sua primeira criação em janeiro de 2017, nas instalações do Museu de Angra do Heroísmo. Tem como objetivos criar e divulgar um teatro que seja capaz de beber da cultura açoriana numa perspetiva contemporânea, consciente da necessidade de uma linguagem abrangente e universalista, que pretende criar espetáculos/documentos erguidos sobre memória, História, estórias e cultura popular, não só das nove ilhas que compõem o arquipélago, mas também das comunidades resultantes das diversas vagas migratórias.

O primeiro espetáculo dos Cães do Mar, Os amores encardidos de Padi e Balbina – uma dúbia estória do “Revenge”, foi apresentado em Angra do Heroísmo em janeiro, março e julho de 2017 e, desde então, tem feito carreira com diversas apresentações continente e na Madeira .

Por seu turno, a oficina “Arquétipos Físicos”, com o formador Peter Cann, decorrerá nos dias 2 e 3 de novembro, no Auditório do Museu dos Baleeiros, e nos dias 9 e 10 no Museu Municipal de Santa Cruz das Flores, tendo lugar das 18h00 às 21h00 nos dias 2 e 9 e das 9h00 às 12h00 nos dias 3 e 10.

A oficina é gratuita e aberta a todo o tipo de público, com ou sem formação em teatro, com idade mínima de 16 anos, estando disponíveis 20 vagas. Nesta atividade será explorado o desenvolvimento de personagens e narrativas usando um sistema de características físicas de arquétipos das histórias tradicionais: o herói, a vítima, o diabo, a virgem, o trapaceiro, a caçadora, o parvo.

Serão abordadas, igualmente, técnicas como a fisicalidade influenciada pela respiração, a linguagem gestual, o gesto significante, o corpo enquanto máscara, o mantra interno, a comunicação não verbal, foco e tensão, dinâmica espacial, ação e reação, cânone, repetição, evolução e intensidade.

Peter S. Cann é escritor, libretista. Encenador e docente do curso de teatro na Universidade de Wolverhampton. O seu trabalho tem sido produzido por companhias na África do Sul e Reino Unido. Foi Diretor Artístico do Pentabus Theatre, de 1985 a 1989. Tem colaborado com o Teatro da Serra do Montemuro, em Portugal, em numerosos projetos. com John Barber.

A Direção Regional da Cultura informa que este e outros eventos estão disponíveis para consulta na Agenda Cultural do Portal CulturAçores, no seguinte endereço: www.culturacores.azores.gov.pt .

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