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Regional

Obra de proteção costeira da Barra, na Graciosa, está a decorrer a bom ritmo, afirma Gui Menezes

GACS

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O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou hoje que a obra de proteção e estabilização da zona costeira da Barra, em Santa Cruz da Graciosa, está a decorrer “a bom ritmo”, depois de ter sofrido algumas interrupções devido a condições meteorológicas adversas.

 

Gui Menezes, que falava à margem de uma visita à empreitada, no âmbito da visita estatutária do Governo Regional, salientou o facto desta intervenção ter “algumas particularidades”, nomeadamente a utilização de estruturas inovadoras, os ‘accropodes’, “que necessitam de algum trabalho no mar”, e que exige, por isso, “boas condições meteorológicas”.

“A utilização de ‘accropodes’ constituí uma inovação a nível nacional”, frisou Gui Menezes, acrescentando que, “visualmente, causam menos impacto em comparação com outros tipos de blocos de proteção”.

A obra de proteção e requalificação da Baía da Barra, que corresponde a um investimento superior a 7,5 milhões de euros, cofinanciado por fundos estruturais europeus, consiste na construção de um quebra-mar, de alinhamento elíptico, em consonância com a forma do saco do Portinho da Barra, com cerca de 225 m de comprimento e enraizado no lado norte da baía.

Foi já construído um terrapleno, com cerca de 3.500 m2 de área, estando ainda prevista a construção de um molhe-cais na margem sul da baía, com cerca de 85 metros de comprimento, e de um passadiço de madeira sobrelevado, com 82 metros.

Neste momento, está a ser concluída a dragagem da baía e do acesso marítimo.

O Secretário Regional salientou a importância desta empreitada, na medida em que na baía da Barra se encontra “um antigo porto baleeiro e um forte, que estava a ser fustigado em dias de mau tempo”, acrescentando que esta intervenção “permite ainda criar uma área de lazer, para os Graciosenses e os turistas poderem usufruir desta baía”.

A Poça das Salemas, um dos ex-libris da baía, foi preservada, sendo que esta obra poderá potenciar as suas valências enquanto zona balnear e de lazer.

Regional

Porto de Ponta Delgada com mais 40% de capacidade para movimento de contentores

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O Presidente do Governo garantiu  que o investimento de cerca de 31 milhões de euros no Porto de Ponta Delgada tem o objetivo de tornar a operação portuária mais fácil, mais rápida e mais eficiente para os empresários e para a economia.

“Esta obra de cerca de 31 milhões de euros, cujo concurso público para a empreitada está a decorrer, tem o objetivo claro de tornar mais fácil, mais rápida e mais eficiente para a nossa economia e para os nossos empresários a operação no Porto de Ponta Delgada”, afirmou Vasco Cordeiro.

O Presidente do Governo falava aos jornalistas, depois de ter visitado as obras em curso de reforço do manto de proteção do molhe, um outro investimento de cerca de nove milhões de euros, na sequência dos temporais de dezembro de 2015 e janeiro de 2016.

Vasco Cordeiro salientou que a obra de 31 milhões de euros traduz-se no aumento do cais acostável, na dragagem das bacias de manobra, mas, fundamentalmente, num crescimento à volta dos 40 por cento da capacidade de parqueamento de contentores do Porto de Ponta Delgada.

“Se somados os contentores de 20 e 40 pés, passaremos de uma capacidade que, neste momento, é de 566 lugares para 774 lugares de parqueamento de contentores”, sublinhou Vasco Cordeiro, ao salientar que é também por isso que este investimento garante que vai ser mais fácil, mais rápida e mais eficiente a operação portuária em Ponta Delgada.

Após ter visitado os trabalhos, no âmbito da visita de trabalho que o Governo está a efetuar a São Miguel, Vasco Cordeiro adiantou ainda que estas empreitadas fazem parte de um conjunto de outras intervenções que decorrem em estruturas portuárias e similares em todas as ilhas da Região, as quais, nesta legislatura, significam cerca de 100 milhões de euros de investimento.

“No Corvo, temos as obras do Porto da Casa, que estão a decorrer, nas Flores, as obras do Porto das Poças, que também estão a decorrer, no Faial, foi já aprovado o lançamento do concurso para a segunda fase da requalificação do porto comercial, que aguarda por estudos do ponto de vista de impacte ambiental”, disse Vasco Cordeiro.

Além destas, em São Jorge, estão em fase de conclusão as obras do cais comercial das Velas, na Terceira, até final do ano estarão definidas as obras no Porto de Pipas, na Graciosa, está a decorrer a obra de requalificação da zona da Barra, em Santa Maria, está previsto lançar a obra de reforço do manto de proteção, e, no Pico, estão a decorrer obras de recuperação dos estragos do mau tempo no Porto da Madalena, estando também em fase final os estudos sobre o Terminal de Passageiros de São Roque.

Ainda no âmbito das condições de segurança do Porto de Ponta Delgada, está também em curso a recuperação do chamado Cais NATO, um investimento de cerca de cinco milhões de euros da responsabilidade do Governo da República.

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Cultura / Eventos

Conferências na Boa Nova analisam 100 anos de motorização do Exército português

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A Direção Regional da Cultura, através do Museu de Angra do Heroísmo, promove sexta-feira, 16 de novembro, pelas 20h00, no Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, a realização de mais uma sessão do ciclo ‘Conferências na Boa Nova’ , desta vez subordinada ao tema “100 anos de Motorização do Exército Português.”

Nesta comunicação, Luís Afonso Costa abordará um século de utilização de viaturas automóveis no Exército português, desde a aquisição das primeiras viaturas no início do século XX, passando pelos anos da Grande Guerra, os anos 30 e o início da motorização em grande escala de muitas das unidades do Exército.

O período da Segunda Guerra Mundial e a consequente aquisição de material para a defesa de Portugal, a defesa das ilhas atlânticas e das colónias de África e do Oriente serão também alvo de análise, bem como os compromissos de defesa assumidos no âmbito da NATO, o deflagrar da guerra colonial e a utilização de viaturas em África.

Na sua comunicação, Luís Costa vai ainda abordar os novos compromissos de defesa assumidos com a NATO nos anos 70 e 80 e as novas missões atribuídas ao Exército nos anos 90 e no início do século XXI, em que as viaturas automóveis sempre estiveram presentes.

Luís Afonso Costa dedica-se à investigação histórica sobre as viaturas utilizadas pelo Exército, sendo sócio fundador da Associação Portuguesa de Veículos Militares e colaborador do Museu Militar de Elvas, na área do restauro, conservação e divulgação da história das viaturas militares portuguesas.

A Direção Regional da Cultura informa que este e outros eventos estão disponíveis para consulta na Agenda Cultural do Portal CulturAçores, no endereço www.culturacores.azores.gov.pt.

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Regional

Stand dos Açores distinguido na XI Bienal Ibérica do Património Cultural, em Espanha

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Os Açores, através da Direção Regional da Cultura, sob a tutela da Secretaria Regional da Educação e Cultura, foram distinguidos com o segundo lugar no Prémio Internacionalização do Património 2018, atribuído no final da XI Bienal Ibérica do Património Cultural, que encerrou domingo em Valladolid, Espanha.

O Prémio Internacionalização da AR&PA – Bienal Ibérica do Património Cultural, patrocinado pela Junta de Castela e Leão e pela Spira – Agência de Revitalização Patrimonial, destina-se às entidades públicas e privadas participantes com expositores nesta Bienal e com capacidade de internacionalização dos seus produtos e serviços.

A votação foi efetuada pelo público da Bienal, que registou este ano mais de 20 mil visitantes, e por um júri composto por elementos representantes das entidades promotoras do prémio.

A Direção Regional da Cultura participou na Bienal com um stand institucional, que partilhou da identidade gráfica criada para o Ano Europeu do Património Cultural, de forma a promover os oito museus regionais, o Ecomuseu do Corvo e o Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas.

Remetendo para o imaginário das “Ilhas de Cultura”, esta identidade gráfica comum explora imagens relacionadas com a comunidade, o território e a paisagem, em articulação com as diversas formas de expressão cultural, da literatura à música, passando pelas artes e ofícios tradicionais.

A narrativa parte de uma seleção de peças emblemáticas de cada espaço, complementadas por um conjunto de palavras-chave, que inspiram e convidam a visitar as infraestruturas culturais a que se referem.

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