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Nacional

Desarticulação de associação criminosa

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Foram detidas pela Polícia Judiciária oito pessoas indiciadas por crimes violentos a carrinhas de transporte de valores e outros crimes contra a propriedade no Norte do País



A Polícia Judiciária, através da Diretoria do Norte, em inquérito titulado pelo DIAP-Porto, procedeu à identificação e detenção de sete cidadãos de nacionalidade portuguesa e um cidadão estrangeiro, fortemente indiciados do crime de associação criminosa com a finalidade da prática de crimes contra a propriedade.

As diligências de detenção foram complementadas com 10 buscas domiciliárias e 6 não domiciliárias no decurso das quais foi apreendida matéria probatória com relevância para os factos em investigação.

A estrutura criminosa de âmbito transnacional, designadamente com o Reino de Espanha onde um dos membros foi detido na execução de Mandado de Detenção Europeu, encontrava-se operacional desde o ano de 2016 e é responsável por vários crimes de roubo a viaturas de transporte de valores e de veículos automóveis com recurso a armas de fogo, na área norte do país, dos quais resultaram vantagens patrimoniais muito elevadas.

Parte significativa dos veículos roubados ou furtados foram desviados para oficinas com vista ao seu desmantelamento total ou parcial e outras deslocadas para o Reino de Espanha para serem comercializadas.

Os oito detidos, com idades compreendidas entre os 30 e os 50 anos, possuem antecedentes policiais e criminais por crimes da mesma natureza, estando dois deles já sujeitos a medidas de coação também pela suspeita da prática de crimes contra a propriedade, vão ser presentes a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

FONTE: PJ

 

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GNR: Atividade operacional das últimas 12 horas

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A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, em todo o território nacional, entre as 20h00 de sábado e as 08h00 de hoje, domingo, que visaram a prevenção e combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária, entre outras, registando-se os seguintes dados operacionais:

Detenções: 44 detidos em flagrante delito:

· 30 por condução sob o efeito do álcool;

· Oito por condução sem habilitação legal;

· Três por violência doméstica;

· Duas por tráfico de estupefacientes;

· Um por furto.

Apreensões:

· 38 doses de haxixe;

· Três doses de cannabis;

· Duas doses de cocaína.

Trânsito:

Fiscalização: 541 infrações detetadas, destacando-se:

· 120 por excesso de velocidade;

· 75 por condução com Taxa de Álcool no Sangue superior ao permitido por lei;

· 42 por falta de inspeção periódica obrigatória;

· 24 por fata ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;

· 15 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;

· 15 por anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;

· 15 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

Sinistralidade: 119 acidentes registados, destacando-se:

· Dois mortos;

· Dois feridos graves;

· 40 feridos leves.

Fonte: Guarda Nacional Republicana



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Nacional

Catarina Martins diz que medidas de Conselho de Ministros são omissas em relação à estrutura do Estado social

Agência Lusa

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Foto: Bloco de Esquerda Açores

A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE) afirmou hoje que as medidas do Conselho de Ministros Extraordinário são “omissas em relação àquilo que o Estado pode e dever fazer diretamente”, frisando que a estratégia deve passar pelo acesso a serviços públicos.

“Ouvimos com muita atenção as conclusões do Conselho de Ministros de reprogramar linhas de investimento. Veremos com atenção quando forem concretas para podermos analisar. Mas, há uma omissão que é a omissão do que é que o Estado pode e deve fazer diretamente. Na verdade, sem serviços públicos como é que alguém pode ficar na terra onde nasceu ou cresceu”, sustentou Catarina Martins.

A dirigente falava, em Ponta Delgada, ilha de São Miguel, nos Açores, no encerramento da VI convenção regional do BE que elegeu António Lima como novo coordenador do Bloco na região.

Catarina Martins sublinhou que se o país não investir em serviços públicos “não haverá crescimento económico que seja sustentável”, referindo-se ao acesso à saúde, à educação, à justiça, “àquilo que é o Estado social”.

“E o nosso do país tem problemas graves nesta matéria”, apontou a coordenadora do Bloco de Esquerda.

Catarina Martins considerou que os Açores, uma região ultraperiférica, “sentem” essas desigualdades territoriais e reforçou que o investimento nos serviços públicos “é a resposta responsável”.

“Se não houver escola, se não houver Serviço Nacional de Saúde, se não houver repartição de finanças, se não houver tribunais como é que as pessoas podem estar em todo o território”, acrescentou.

Referindo-se ao debate do Estado da Nação realizado na sexta-feira, Catarina Martins disse que se tratou também do “debate da nação com pouco Estado social”, porque “há falhas no Serviço Nacional de Saúde, na escola, na justiça e em tantas áreas”.

No seu discurso Catarina Martins deixou ainda críticas à governação regional socialista, numa região com “uma enorme riqueza” em várias áreas, mas onde, disse, se encontram “os maiores índices de desigualdade e pobreza do país”.

“Não deixa de ser quase desconcertante que duas décadas de maioria do PS e que não foi ainda capaz de explicar tanta desigualdade”, apontou.

Catarina Martins falou da relação do arquipélago com o mar, alertando, no entanto, que “cada vez que o Estado e a região conceder a privados a exploração de recursos naturais estamos a dizer que podemos estar sentados em cima de um pote de ouro e que se pode esvaziar”.

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Migrações: Portugal concluiu primeiras entrevistas de seleção de refugiados no Egito

Agência Lusa

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As autoridades portuguesas concluíram esta semana no Egito a primeira missão de contacto e entrevistas aos refugiados candidatos ao grupo de mais de mil pessoas que vão ser reinstaladas em Portugal até 2019.

Ao abrigo do programa europeu de reinstalação, aprovado em 2017 pela Comissão Europeia, Portugal manifestou disponibilidade para colher mais de mil refugiados ao longo deste ano e de 2019.

O Ministério da Administração Interna (MAI) avançou à agência Lusa que “as autoridades portuguesas já concluíram a primeira missão de contacto e entrevistas com os refugiados que se encontram no Egito, sob o acolhimento do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR)”.

Nesta primeira missão, os inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, juntamente com uma equipa do Alto Comissariado para as Migrações (ACM), realizaram 138 entrevistas a refugiados, segundo o MAI.

As autoridades portuguesas destacam “a enorme curiosidade e motivação” destas pessoas em ser acolhidas em Portugal, refere o MAI, sustentando que o ‘kit de acolhimento para refugiados’, guia existente em Portugal que tem como objetivo apoiar os refugiados, está “a ser alvo de muita curiosidade, com os refugiados a mostrarem vontade de aceder à versão online e a experimentarem os dicionários, cientes de que a aprendizagem da língua e a integração cultural são fatores determinantes no sucesso dos processos de acolhimento”.

De acordo com o Ministério da Administração Interna, Portugal tem sido elogiado pela disponibilidade demonstrada e pela sua política de integração.

Os jornais egípcios têm noticiado o empenho de Portugal no programa de reinstalação, tendo em conta que é o terceiro país que mais acolhe refugiados reinstalados no Egito, logo a seguir ao Reino Unido e Canadá, destacando também “o bom resultado do diálogo entre o Egito e a União Europeia”.

Além do Egito, o SEF e o ACM têm também programado outra missão de seleção de refugiados à Turquia no âmbito deste programa da União Europeia.

Ao abrigo de um outro programa de recolocação da UE, lançado em setembro de 2015 e concluído em março de 2018, Portugal acolheu 1.552 refugiados que estavam em campos de acolhimento na Grécia e Itália.

o Relatório de Imigração, Fronteiras e Asilo (RIFA) de 2017 indica que os pedidos de asilo a Portugal aumentaram 19,1% em 2017 face a 2016, ascendendo a 1.750, sendo a maioria de cidadãos asiáticos e africanos.

“Os principais indicadores em matéria de asilo e proteção internacional, no ano de 2017 e tal como já havia ocorrido em 2016, demonstram uma evolução expressiva face ao tradicionalmente verificado em Portugal. Como fator explicativo, surge o da instabilidade existente em diversas áreas geográficas”, refere este relatório do SEF divulgado em junho.

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