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Desporto

Bruno Fernandes regressou ao Sporting com mais segurança e com salário igual

Agência Lusa

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O futebolista Bruno Fernandes afirmou hoje que optou por regressar ao Sporting por terem sido garantidas melhorias na segurança da Academia, em Alcochete, e que, apesar de ter assinado novo contrato, manteve as condições salariais inalteradas.

“O ordenado foi melhorado pelo meu empresário, mas rejeitado por mim. Voltei com as mesmas condições. Se fosse pelo facto financeiro, não estaria aqui. Se sair um dia, quero sair pela porta grande. Tive propostas muita mais vantajosas a nível financeiro. Não foi falta de clubes interessados que fiquei no Sporting”, afirmou Bruno Fernandes.

O médio de 23 anos falava aos jornalistas no Estádio José Alvalade, em Lisboa, com o presidente da SAD ‘leonina, Sousa Cintra, a seu lado, na conferência de imprensa que marcou o regresso do internacional português ao clube, meses após ter rescindido devido aos incidentes que sucederam na Academia, em maio.

“Foi-me garantido que o clube está a trabalhar para melhorar a segurança. Que está a trabalhar para dar segurança a mim, à minha família, a todos. Voltei porque o projeto desportivo continua o mesmo, porque me sinto feliz aqui, sinto-me em casa, e porque o Sporting quer escrever uma nova página”, disse.

Bruno Fernandes admitiu que os incidentes na Academia “deixaram marcas” e que vai ser “difícil” o regresso aos treinos, algo que o tempo irá ajudar a melhorar.

“Vou ter de reviver aquilo que aconteceu, mas são estas situações que nos fazem crescer. Tenho de ser forte psicologicamente. Não interessa de quem foi a culpa. Isso acabou. O Sporting está a virar a página e eu acredito que essa página poderá ser muito boa e importante para o clube”, referiu.

O jogador formado no Boavista desvalorizou ainda as eleições para os órgãos sociais do clube, agendadas para 08 de setembro, e o possível regresso de Bruno de Carvalho à presidência do emblema lisboeta.

“Não estou preocupado com isso. Estou preocupado com o Sporting, com a pré-época, independente de quem vier para ser presidente”, frisou.

Bruno Fernandes, que esteve ao serviço de Portugal no Mundial2018, acrescentou que já falou com José Peseiro e mostrou-se disponível para encurtar as férias, caso seja o desejo do técnico ‘leonino’.

Por seu lado, Sousa Cintra apontou o regresso de Bruno Fernandes como uma “prioridade” e destacou as qualidades “futebolísticas e humanas” do internacional português.

“Foi o melhor jogador da última época da I Liga. É um jogador essencial para o Sporting. Teve um comportamento exemplar neste processo, pela forma como quis regressar e ajudar o Sporting a ser campeão. Não quis que o ordenado fosse aumentado. É um grande homem, uma grande líder”, disse o presidente do Sporting.

Bruno Fernandes assinou um novo contrato até 2023.

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Desporto

Festa francesa e confrontos com a polícia em Paris

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Foto: Ludovic MARIN / AFP

Comemorações em Paris acabaram em confusão com a polícia



Após a vitória da França no Campeonato do Mundo, as comemorações em Paris acabaram em confusão com a polícia na famosa avenida Champs-Élysées, onde centenas de milhares de pessoas comemoraram a vitória francesa.

Segundo a agência AFP, cerca de trinta jovens, alguns encapuzados, assaltaram uma loja roubando garrafas de vinho e champanhe. Os assaltantes foram dispersados pela Avenida Marceau por fortes doses de gás lacrimogénio lançadas pela polícia.

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Desporto

Mundial2018: França campeã mundial pela segunda vez, ao bater Croácia na final

Agência Lusa

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Reprodução / Twitter Fifa / Arquivo

A França sagrou-se hoje campeã mundial de futebol pela segunda vez na sua história, 20 anos depois, ao vencer a Croácia por 4-2, na final da 21.ª edição da prova, disputada no Estádio Luzhniki, em Moscovo.



Mario Mandzukic (18 minutos), na própria baliza, Antoine Griezmann (38), de grande penalidade, Paul Pogba (59) e Kylian Mbappé (65) apontaram os tentos dos franceses, enquanto Ivan Perisic (28) e Mandzukic (69) faturaram para os croatas.

Os gauleses tornar-se a sexta seleção a ‘bisar’ o título mundial, depois de Itália, Uruguai, Brasil, Alemanha e Argentina, sendo que conquistaram o primeiro fora, depois do triunfo em solo gaulês, em 1998, selado com um 3-0 ao Brasil na final.

A final do Mundial não registava tantos golos desde 1966, há 52 anos, quando a anfitriã Inglaterra superou a RFA por 4-2, após prolongamento, sendo que o recorde, de 1958 (5-2 do Brasil à Suécia), ficou apenas a um tento.

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Desporto

Mundial2018: França e Croácia disputam hoje o ambicionado troféu

Agência Lusa

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Foto: © Getty Images

As seleções de França e Croácia disputam hoje a final da edição de 2018 do Mundial de futebol, em Moscovo, a qual o favoritismo pende para os franceses, frente a uma Croácia aparentemente mais desgastada.



Os gauleses demonstraram ao longo do torneio ser um conjunto muito compacto a defender, mas também com poder ofensivo quando a isso foram obrigados, tendo apenas empatado o terceiro jogo da primeira fase com a Dinamarca, o único 0-0 até ao momento e com as duas formações já apuradas para os oitavos de final.

Na fase a eliminar, a equipa francesa, que está desejosa de fazer esquecer a derrota de há dois anos na final do ‘seu’ Europeu frente a Portugal, não teve de disputar qualquer prolongamento, afastando sucessivamente Argentina (4-3), Uruguai (2-0) e Bélgica (1-0).

Do outro lado, surge uma Croácia claramente mais desgastada, seleção que chega a esta final com menos um dia de descanso e com mais 90 minutos de jogo, depois de ter disputado prolongamentos nos três jogos a eliminar.

Igualmente ansiosa por se ‘vingar’ das meias-finais perdidas há 20 anos para a França, a Croácia ultrapassou dois prolongamentos com desempates por penáltis frente à Dinamarca (1-1ap e 3-2gp) e à Rússia (2-2ap e 4-3gp) e vitória no prolongamento frente à Inglaterra (2-1).

O encontro de hoje está marcado para as 16:00 (horas portuguesas), no estádio Luzhniki, em Moscovo, e será dirigido pelo árbitro argentino Nestor Pitana.

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