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Regional

Governo dos Açores inicia terça-feira visita estatutária à ilha Graciosa

GACS

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O Governo dos Açores inicia terça-feira a visita estatutária à ilha Graciosa, durante a qual Vasco Cordeiro, entre outros eventos, vai inaugurar as obras de remodelação da Adega e Cooperativa Agrícola e do Serviço de Apoio Domiciliário e Cozinha da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz, presidindo ainda à apresentação do anteprojeto de construção da nova Aerogare da ilha.

Nesta visita do executivo regional, o Presidente do Governo vai também inaugurar o Posto de Turismo da Graciosa, o sistema de abastecimento de água da Fonte do Pontal e o caminho agrícola de Jorge Nunes e preside ainda à cerimónia de atribuição de apoios para a reabilitação de habitação degradada que vão beneficiar mais de quatro dezenas de famílias graciosenses.

Os membros do Governo dos Açores, numa iniciativa que visa reforçar a política de proximidade com os Açorianos e que se repete desde o início da anterior legislatura, estarão disponíveis para receber os Graciosenses que lhes pretendam colocar diretamente as suas questões.

Na terça-feira, ao fim da manhã, logo após a chegada à ilha, Vasco Cordeiro visita as obras em curso da nova Torre de Controlo do Aeródromo da Graciosa, presidindo depois à apresentação do anteprojeto da construção da nova Aerogare.

Durante a tarde, o Presidente do Governo preside à inauguração do Posto de Turismo da Graciosa, terminando este primeiro dia com a reunião do Governo Regional com o Conselho de Ilha.

O Presidente do Governo inicia o segundo dia desta visita estatutária com a inauguração da obra de remodelação do Serviço de Apoio Domiciliário e Cozinha da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz, um investimento que se insere na aposta do Governo no reforço da rede de equipamentos sociais nos Açores, presidindo, ao princípio da tarde, à inauguração do Sistema de Abastecimento de Água da Fonte do Pontal e do Caminho Agrícola de Jorge Nunes, ambos no Perímetro de Ordenamento Agrário Santa Cruz/Guadalupe.

Vasco Cordeiro vai depois presidir à cerimónia de atribuição de apoios para a reabilitação de habitação degradada, que vão beneficiar mais de uma centena de Graciosenses, e à inauguração das obras de remodelação da Adega e Cooperativa da Ilha Graciosa, terminando o dia com a reunião do Conselho do Governo.

O programa da visita estatutária, como habitualmente, inclui ainda visitas dos membros do Governo a diversos investimentos em curso, como as obras de proteção e estabilização da zona costeira da Barra ou de construção do novo matadouro, além de reuniões com várias entidades da ilha.

A assinatura do contrato da empreitada de reabilitação e alargamento da Estrada Regional n.º 1-2.ª, nos Terreiros, a entrega de diplomas aos formandos que concluíram os cursos de Pescador, Arrais de Pesca Local e Arrais de Pesca, bem como a assinatura de um protocolo de colaboração entre a Direção Regional de Agricultura e as Associações Agrícolas da ilha Graciosa, são algumas das iniciativas incluídas no programa desta visita estatutária, que também prevê uma visita à Reserva Natural do Ilhéu da Praia.

Desporto

Varzim contrata médio Minhoca que jogava no Santa Clara

Agência Lusa

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O médio português Minhoca, que jogava no Santa Clara, da I Liga, vai reforçar o Varzim, anunciou hoje o clube da II Liga portuguesa de futebol.

O jogador, de 31 anos, natural dos Açores, esteve nas últimas duas temporadas no emblema de S. Miguel, tendo em 2018/19 participado em apenas sete partidas, sem golos.

O médio conta também no seu currículo com passagens anteriores pelo Santa Clara, ma também pelo Paços de Ferreira, União Micaelense e Marítimo.

Os poveiros garantiram, ainda, a contratação do defesa central brasileiro Lucas Lima, de 24 anos, que jogava no campeonato luxemburguês, ao serviço do Titus Petangé, depois ter feito formação no Goiás, do Brasil, e ter experiências no futebol espanhol e italiano.

Com estas duas contratações o Varzim assegurou já 11 reforços para a nova época, depois de Luís Pedro (ex-Penafiel), Tiago Cerveira (ex-União de Leiria), Felipe Augusto (ex-Sporting de Espinho), Glen Matondo (ex-Bobigny, França), Serginho (ex-Santa Clara), Levi Lumeka (ex-Crystal Palace, Inglaterra), Alan Henrique (ex-Sriwijaya, Indonésia) e Willan Dias (ex-Arouca).

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Regional

Modelo de construção para prisões de Ponta Delgada e Montijo é hoje apresentado

Agência Lusa

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As prisões de Ponta Delgada e Montijo serão as primeiras a serem construídas segundo um modelo “mais humanizado e sustentável” concebido para os novos estabelecimentos prisionais e que hoje é apresentado no âmbito dos Encontros de Inovação na Justiça.

Segundo o Ministério da Justiça, o estudo de conceção para uma Prisão do Século XXI, desenvolvido pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais e pela Faculdade de Arquitetura de Lisboa resultou num “novo modelo mais humanizado, mais sustentável e de acordo com as normas de referência internacional” a aplicar aos novos estabelecimentos prisionais (EP).

Os dois projetos para a construção dos EP do Montijo e de Ponta Delgada, nos Açores, vão ser lançados em breve.

O EP de Ponta Delgada, com um investimento entre 45 e os 50 milhões de euros, terá uma área bruta de 22.600 metros quadrados e 41 mil metros quadrados de espaços exteriores, entre os quais cinco campos de jogos, para uma população a rondar os 500 reclusos.

O EP do Montijo, cujo investimento rondará os 65 e os 70 milhões de euros, terá capacidade para cerca de 800 reclusos, uma área bruta de construção de 30.500 metros quadrados e 64 mil metros quadrados de espaços exteriores, nomeadamente oito campos para a prática de desporto.

O novo conceito será apresentado no Laboratório Nacional de Engenharia Civil, em Lisboa.

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Regional

NASA vai usar vulcão dos Capelinhos para treinar exploração em Marte

Agência Lusa

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A NASA vai usar o vulcão dos Capelinhos, nos Açores, para treinar a exploração da paisagem de Marte e perceber como evoluiu nos últimos milhões de anos, disse à Lusa o ex-diretor do departamento científico da agência espacial norte-americana.

A expedição, que ainda não tem data marcada mas que acontecerá “em breve”, levará cientistas da NASA, do Reino Unido e de Portugal a estudar o vulcão da ilha do Faial que nasceu do mar no final dos anos 50, em condições muito semelhantes às que se terão verificado em Marte “há mil milhões de anos”.

“Quando Marte tinha mares e lagos, vulcões entraram em erupção nas águas e produziram relevo como o que vemos nos Capelinhos, que erodiu na presença de água persistente. Depois, as águas secaram. O clima de Marte mudou e hoje só temos os esqueletos fantasmagóricos dessa paisagem, preservada nas rochas”, disse James Garvin em entrevista à Lusa à margem da Global Exploration Summit, que começou hoje em Lisboa.

James Garvin, que dirigiu o departamento científico da NASA entre 2004 e 2005, afirmou que os Açores são “um laboratório especial” só comparável a mais dois locais da Terra, um na Islândia, outro em Tonga, com vulcões de erupção recente em meio aquático, com “água e lava a interagirem de forma dinâmica”.

“Sítios como esses, quentes, húmidos e com atividade térmica, seriam bons para surgir vida microbial”, disse.

Na próxima expedição aos Capelinhos, os cientistas olharão para a paisagem em terra e do ar, usando ‘drones’, em preparação para a próxima fase da exploração.

“Voltaremos lá para ver se podemos usar [o vulcão] como caso de estudo para o nosso ‘helicóptero marciano’, que enviaremos com a missão Mars Rover em 2020”, que incluirá um veículo da NASA e outro da Agência Espacial Europeia.

Garvin explicou que “algumas coisas nos Capelinhos acontecem muito depressa numa escala menor, algumas numa escala maior” e que a expedição terá resultados úteis para as compreender na Terra.

“Vemos as maiores a acontecer do espaço e observamos nós próprios as mais pequenas. Depois, juntamos matematicamente as duas e podemos criar modelos para como o vulcão dos Capelinhos evoluirá à medida que o ambiente muda e o nível do mar sobe”, acrescentou.

Comparando os dados recolhidos há 25 com os atuais, será possível ter “um registo dos últimos sessenta anos de erosão no oceano Atlântico” em torno da ilha.

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